As autoridades venezuelanas informaram que quatro membros do Corpo Científico, Criminal e de Investigação Criminal (CICPC) foram presos por saques durante os esforços de resgate após o terremoto de 24 de junho, que já matou mais de 1.900 pessoas.
Num comunicado, a CICPC condenou “fortemente” a ação e destacou que estas quatro pessoas “se desviam das suas responsabilidades durante os esforços de resgate e humanitários, agindo de forma inadequada ao explorar os valores económicos encontrados nos escombros”.
Após isso, os supostos suspeitos foram “destituídos de seus cargos de forma clara e irrevogável, além de instauradas as medidas administrativas disciplinares cabíveis para sua imediata destituição”. Esses agentes foram identificados como Aguilar Reyes, Fredy Lugo, Roger Andrés Omaña e Josue Burgos.
O ministro do Interior, Diosdado Cabello, anunciou durante uma conferência de imprensa que os quatro agentes foram “demitidos imediatamente” por realizarem as “ações sujas”. “Houve denúncia de alguns responsáveis do CICPC que se comportaram de forma inadequada e inapropriada na zona do desastre. Foram apontados, expulsos desta honrosa instituição, por desonrarem os seus uniformes”, disse.
“Foram apresentados ao tribunal nesse sentido, não vão tolerar totalmente aqueles que agem contra a moralidade usando o seu uniforme. Há pessoas que querem aproveitar-se da dor dos outros, poluir o uniforme policial com as suas ações”, disse.
Ressaltou, portanto, que não haverá tolerância com quem polui e desonra os uniformes dos nossos policiais.















