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Costa Rica: O pseudônimo “Diablo” será trazido de volta aos EUA?

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A prisão de Alejandro Arias Monge, vulgo Diablo, reabriu as discussões na Costa Rica sobre uma possível extradição para os Estados Unidos. (Cortesia: Agência de Investigação Forense)

A captura de Alejandro Arias Mongeconhecidos como apelidos “Diablo”reavivou a conversa sobre a possível libertação de um dos criminosos mais procurados do país Costa Rica o EUA. Até a cirurgia “Nêmesis” marcou um ponto de viragem na luta contra o crime organizado nacional, o futuro do tribunal fora do território da Costa Rica permanece incerto.

Durante entrevista ao Noticias Repretel, Michael Sotodiretor de A informação foi notada pela Organização de Investigação Judicial (OIJ). a Administração Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) Arias Monge ainda não solicitou formalmente a sua libertação.

“Diablo não precisa ser solto, ele não, ele não”Soto confirmou, desmentindo rumores de um processo internacional já em curso. O chefe do governo explicou que apesar de ter havido uma reunião com DEA e o impacto potencial disto está a ser investigado a nível internacional, até agora nenhuma ordem de transfusão de sangue foi aplicada.

O funcionário explicou Costa Rica pediu EUA cooperação através de recompensas para facilitar prisões, mas esta administração não deve ser confundida com pedidos de extradição. “Foi nosso pedido que pedimos indenização para prendê-lo. Mas não está sendo pedida a extradição dele, embora eu não negue que a DEA possa pedir, mas até agora ele não pediu”.indicou o diretor do OIJ em declaração prestada aos meios de comunicação mencionados acima.

O diretor da OIJ, Michael Soto, disse que a organização de Alejandro Arias Monge não pode garantir que os medicamentos serão enviados diretamente aos Estados Unidos. (Cortesia: Agência de Investigação Forense)
O diretor da OIJ, Michael Soto, disse que a organização de Alejandro Arias Monge não pode garantir que os medicamentos serão enviados diretamente aos Estados Unidos. (Cortesia: Agência de Investigação Forense)

A análise de DEA centra-se em determinar se a organização de Arias Monge tem motivos para justificar a extradição ao abrigo da lei dos EUA. Michael Soto Confirmou que, segundo a investigação, a estrutura criminosa atua principalmente no tráfico doméstico de drogas e estabelece relações com outros grupos como os de López Vega sim Chocolate Noni. “A transnacionalidade deste sistema é algo que eles têm de olhar, porque garanto 100% de tráfego local”.disse Sotó. Este responsável admitiu ainda que, até ao momento, não há provas de que a organização tenha enviado drogas diretamente para os Estados Unidos. “Não posso dizer isso agora.”ele disse na entrevista mencionada.

Se o DEA decidir fazer um pedido de extradição, Costa Rica O procedimento usual é aplicado nestes casos. Soto explicou que o país está pronto a cooperar com as autoridades norte-americanas, utilizando a disposição que permite ao suspeito enfrentar julgamento fora do território do país, se decidido. “A decisão dependerá da análise das autoridades norte-americanas”ele disse ao Notícias Repretel.

Até o momento, a DEA não solicitou formalmente a divulgação dos pseudônimos
Até agora, a DEA não apresentou um pedido oficial para divulgar o nome “Diablo”, segundo Michael Soto, diretor do OIJ. (Cortesia: Agência de Investigação Forense)

Ao mesmo tempo, Alejandro Arias Monge Ele permanece sob custódia das autoridades da Costa Rica. Caso a DEA não solicite a extradição, o processo continuará no país centro-americano e será resolvido pelos tribunais nacionais.garantiu o diretor do OIJ. A investigação sobre a estrutura do crime e possíveis relações internacionais permanecerá aberta enquanto se aguarda a determinação do órgão norte-americano.

Actualmente, as expectativas estão centradas na segurança da área próxima da área prisional A Reformaem Alajuelaonde o apelido “Diablo” é mantido.



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