Num esforço ousado para resolver o conflito em curso na Ucrânia, o Presidente Trump anunciou planos para realizar uma segunda reunião com o Presidente Vladimir Putin. Este anúncio segue-se a um telefonema entre os dois líderes, que Trump descreveu como bem-sucedido. Embora a data ainda não tenha sido confirmada, Trump mencionou Budapeste, na Hungria, como possível local para a reunião, sugerindo que esta poderia ocorrer dentro de cerca de duas semanas.
Trump expressou confiança nos resultados da conversa telefónica, sublinhando que poderia ser um desenvolvimento positivo. A sua anterior incursão no Alasca, em Agosto, não levou a progressos diplomáticos significativos, deixando Trump muito frustrado. Ele esperava que a Ucrânia facilitasse a resolução do conflito que assola a Ucrânia há quatro anos.
Yuri Ushakov, conselheiro de Putin, indicou que o presidente russo levantou a chamada, descrevendo-a como “muito franca e confiante da parte deles”. Durante o seu discurso, Putin alertou Trump que o plano dos EUA de vender mísseis Tomahawk de longa data à Ucrânia poderia prejudicar seriamente as relações EUA-Rússia.
À beira desta nova vida diplomática, Trump deverá reunir-se com o presidente ucraniano Volodymymyr Zelenskyr Zelenskyy, que se comprometeu como uma arma que permitirá às forças ucranianas atingirem mais profundamente o território russo. Zelenskyy acredita que tal medida poderia forçar Putin a ser mais cooperativo nas negociações sobre a resolução da guerra.
Trump afirmou que embora os americanos tenham um grande arsenal de machadinhas, os recursos são infinitos. “Temos muitos deles, mas precisamos deles”, disse ele, apontando para a necessidade de segurança para os Estados Unidos.
Após as suas conquistas diplomáticas, incluindo a supervisão das acusações de um incêndio automático entre Israel e o Hamas, Trump aumentou o seu foco no fim do conflito na Ucrânia e em Gaza. Estes esforços foram fundamentais para a sua campanha, que criticou a forma como o Presidente Biden lidou com a crise internacional. Trump disse que os acontecimentos em Gaza poderiam fornecer os meios para realizar mais esforços diplomáticos na Europa.
Durante a sua recente viagem a Jerusalém, Trump enfatizou que acabar com o conflito russo era fundamental. Ele orientou Steve Wintkoff a tornar a resolução da situação com a Rússia uma prioridade.
A próxima reunião com Zelenskyy marca o primeiro encontro presencial deste ano. Após a primeira troca, os dois líderes estavam em melhores condições. Enquanto especulam sobre o fornecimento de mísseis Tomahawk à Ucrânia – o problema do conflito com a Rússia – especialistas dizem que o sistema de mísseis parece atacar a Munição (Eram) pode servir melhor aos parentes da Ucrânia.
De acordo com as discussões em torno da possibilidade de novas sanções contra a Rússia, a Assembleia Nacional pretende legislar para estabelecer um grupo estrito de países que compram recursos russos. Embora Trump não tenha apoiado a medida, há um interesse crescente a nível da Casa Branca. Os líderes do Senado indicaram que podem reintroduzir o projeto no próximo mês.
Analistas políticos defendem que é necessária uma pressão significativa para evitar que Putin agrave o conflito na Ucrânia e argumentam que uma solução rápida parece improvável.















