A Força Aeroespacial Colombiana reiterou sua posição sobre a posição de uma das mais discutidas na polêmica da compra de dezessete aeronaves Gripen Chipen
De acordo com as informações divulgadas Revista Semanaenfatizou a instituição Os EUA ainda não fizeram oficialmente uma oferta para a venda de uma aeronave completamente novaelemento que decidiu a decisão final do projeto superior.
Agora você pode nos seguir Facebooke em nós Canal Whatsapp

Surgiram discussões em relação a questões públicas sobre a possibilidade de trade-offs, preocupações que atraíram a atenção de vários órgãos reguladores.
O debate gerou muitos questionamentos sobre o código de conduta utilizado pela Colômbia para escolher a Suécia como financiadora do sistema de guerra que substituirá a aeronave KFIR, que já está próxima do fim de sua vida útil.
No último comunicado, o General Carlos Córdova, comandante da Força Aérea Colombiana, explicou A última comunicação oficial recebida dos Estados Unidos foi em 20 de fevereiroquando a possibilidade de vender uma segunda aeronave se tornar aparente.

Segundo ele, não foi apresentada nenhuma oferta que incluísse uma nova aeronave, condição solicitada pela Aeronáutica durante o processo de avaliação.
Segundo as informações consideradas, a instituição repetiu diversas vezes o tempo para ter uma proposta especial que incluísse materiais anteriormente não utilizados.
No entanto, A resposta dos EUA foi manter a aeronave em usoonde ele produz seus limites para avançar nas negociações bilaterais.
Pelo contrário, o processo que influenciou a Suécia incluiu uma oferta completa de sete novos aviões gripen, com detalhes técnicos que foram desenvolvidos a partir de uma análise que demorou muito.
Nesse período, a Força Aérea avaliou os diversos setores para saber qual deles oferecia o melhor sistema para fortalecer a capacidade aérea.

No meio do debate público surgiu também a possível intervenção da Senhora, Verónica Alcocer, na compra do avião.
No entanto, Pierre Farkas, diretor executivo da Saab na Colômbianegou a presença de participação externa que não seja de órgãos técnicos e oficiais e determinou que haja um mediador nas negociações.
O governo garantiu que o acordo acordado com a Suécia tem um valor estimado 16 bilhões de pesosum projeto que inclui a aquisição de sistemas e tecnologias aeronáuticas associadas a novos elementos de segurança.
Segundo o relatório oficial, as negociações diretas evitaram o envolvimento de terceiros e permitiram estabelecer um conceito de entrega técnica num método de controle técnico.
A Força Aérea indicou que a escolha do Gripen é baseada em requisitos de longo prazo, levando em consideração a necessidade de garantir as capacidades de longo prazo do Air Dissecence em décadas.
A instituição enfatizou isso O kfir está prestes a ser expulsodevido ao fim de sua vida útil, ao declínio da lógica e à oferta global limitada de seus componentes.
Nesta situação, a aquisição de novas plataformas de aeronaves torna-se uma prioridade. Porém, a polêmica continua com a suposta supervalorização, que é algo que fica por trás dos órgãos reguladores para apurar se há irregularidade durante a transação durante a transação.
A investigação da Força Aérea procura explicar porque é que a escolha foi feita pelos Estados Unidos, não controlados, país que é um dos principais parceiros na cooperação militar.
A falta de proposta com nova aeronave, segundo a instituição, fez com que essa alternativa fosse retirada
À medida que o processo institucional avança, a compra do gripen continua a ser um dos assuntos mais acompanhados na agenda da Defesa Nacional.
Para o poder aéreo, a clareza sobre a falta de oferta de aeronaves americanas é essencial para entender por que a Colômbia optou pelo debate enquanto se consideram os detalhes do acordo.















