Washington, 16 abr (EFE).- Um juiz federal limitou quinta-feira o projeto da sala de reuniões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a ser feito na Casa Branca como uma “construção subterrânea” e o presidente respondeu que a sua decisão era “uma zombaria do sistema judicial”.
O juiz Richard León disse que apenas as construções subterrâneas (bunkers, abrigos antiaéreos, instalações militares e instalações médicas) precisavam ser protegidas na resposta enviada ao Supremo Tribunal.
Há um mês, o juiz decidiu que a construção do hotel deve ser interrompida, exceto nos casos em que seja “necessário para garantir a segurança” da Casa Branca e do presidente.
A decisão do juiz não permite a construção da sala de reuniões de Trump, um projecto que deverá custar 400 milhões de dólares, que os republicanos querem construir no 250º aniversário da independência.
Os republicanos responderam na sua conta Truth Social que: “as ações deste juiz, que tem uma face política proeminente, bem como os seus excessos ilegais, saíram do controlo e estão a causar grandes danos” aos Estados Unidos.
Trump fez do trabalho do salão de baile um dos eixos da sua responsabilidade e insiste sempre que tem no património que tenta ir para os Estados Unidos e na importância desta construção “a Casa Branca não tem salão de baile (não há dinheiro dos contribuintes!), algo que o presidente almeja e almeja há mais de 150 anos.
Em 2025, Trump arrecadou 400 milhões de dólares junto de empresários próximos do seu partido para financiar o projeto e iniciou as obras na ala leste do palácio presidencial em outubro passado, apesar das críticas da oposição por iniciar as obras na fachada sem aprovação prévia. EFE















