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María Corina Machado pede “eleições limpas e livres” em Madrid para “verdade e paz” na Venezuela

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María Corina Machado pede “eleições limpas e livres” para “justiça e paz” na Venezuela (Europa Press, DIEGO RADAMÉS) DIEGO RADAMÉS

María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, Está localizado em Madri neste fim de semana com Edmundo González. Às seis da tarde deste sábado, acontece uma reunião com os venezuelanos na Puerta del Sol, à qual González não poderá comparecer porque está hospitalizado.

O líder do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, recebeu esta sexta-feira Machado na sede nacional do seu partido, onde muitos líderes populares também o aguardavam. O presidente do PP manifestou o desejo de que Machado regresse à Venezuela e realize eleições no país, salientando que defende a democracia “não com a ditadura secreta do aeroporto de Barajas”. “A posição da Espanha está do lado de María Corina, não da ditadura que a perseguiu e continua a persegui-la”.

No discurso de início da coletiva de imprensa, Machado aproveitou um momento para abraçar Catalina Ramos, presa política em Helicoide, antes de continuar. “Quero transmitir uma mensagem ao mundo em nome do povo venezuelano e isso é assegurar-lhes plenamente que a garantia da estabilidade e da paz na Venezuela é eleições justas e livrespara que possamos avançar numa transição pacífica onde possamos construir pilares concretos para o regresso dos milhões de venezuelanos que foram forçados a deixar o seu país”, expressou no palco.

Contou em Madrid como surgiu a candidatura de Edmundo González Urrutia, a quem descreveu como “um bom venezuelano, um homem de família exemplar”, e cuja carreira desde então tem sido mais na diplomacia do que na política. “O governo achou que era impossível que recebeu o apoio de um país. Saímos com cartazes nas mãos dizendo: ‘Se você quer votar em mim, vote nele, Edmundo González Urrutia’”, explicou Machado.

O líder da oposição informou que no dia 28 de julho conseguiram construir uma “plataforma cidadã sem precedentes na Venezuela, mais de um milhão de voluntários”, e convenceu que naquele momento “temos em nossas mãos a manifestação da soberania e do destino da Venezuela”. Segundo Machado, o governo “menosprezou o povo” e, apesar do “período de terror desencadeado, em que milhares de venezuelanos desapareceram, foram presos, torturados, espancados, forçados a abandonar o seu país”, acreditou que seria capaz de destruir esta organização.

* por extensão



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