ele Arena Movistar A manhã estava tranquila e o tempo continuou até a noite. As arquibancadas estavam vazias, alguns membros da equipe de produção e seus amigos circulavam pelo local. Às 15h00 num dia escuro no bairro de Villa Crespo, a cidade não esqueceu as máquinas que eram instaladas antes de cada show. Dentro, Os Anjos Azuis Eles já estavam no palco fazendo o que mais gostam.
Com quase cinco décadas de experiência, o grupo mexicano de cumbia veio a Buenos Aires para três shows com casa cheia. Claro, esta não é a primeira vez que o grupo existe Mejía Avante Eles percorreram o país: sua história com a Argentina começou em fevereiro de 1995, quando chegaram a Salta e Jujuy com o álbum. uma oferta de amor debaixo do braço. A partir daí, eles continuaram voltando. Programa de televisão Ele compareceu à passagem de som antes do primeiro show e pôde conversar com eles sobre essa história, a cena do dueto e o grande show que acontecerá no dia 11 de junho no famoso Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura da Copa do Mundo de 2026.

O vínculo entre Los Ángeles Azules e seu público não se explica apenas pelo número de anos que tocam. Suas músicas aparecem em momentos específicos da vida das pessoas: nas festas, nas despedidas, nas reuniões. Tornou-se uma canção de louvor transmitida de geração em geração. É esta presença na memória coletiva que faz com que cada espetáculo seja mais que entretenimento. E a Movistar Arena com três datas esgotadas é a última prova disso.
A passagem de som começou apenas com a banda, em um ritual de concentração para conferir os ajustes técnicos e a colocação de todos os detalhes. Aí os convidados chegaram e a temperatura do cenário mudou. América Ele foi o primeiro a aparecer, com a banda no “20″ Rosas. Ele seguiu Yami Safdieque se juntou a eles em “If You Can Count”. A final estava em Emillyque encerrou o ensaio com “Perdoe, mas o quê?”, que depois fez o público dançar. A noite também nasceu Pablo Lescano para deixar uma marca inesquecível no show.
Com as arquibancadas ainda vazias, a química entre Los Ángeles Azules e cada convidado ficou evidente desde o primeiro bar. Três artistas, três músicas e uma clara antecipação do que poderá acontecer durante três noites no Villa Crespo. E quatro dos irmãos Mejía Avante–Jorge, Guadalupe, Elias o Doutor e Cristina”– corpo a corpo Programa de televisão tem uma visão do mito asteca do movimento tropical.

— Quase cinquenta anos de trabalho, o que você acha disso?
—Jorge Mejía Avante: Estamos muito felizes. A primeira vez que viemos à Argentina visitamos Salta e Jujuy e nos receberam muito bem. Mais tarde, quando fomos para Buenos Aires em 96, gravamos e inscrevemos. Em 97 estávamos em todas as casas noturnas, Studio 54 de Pilar, em todos os lugares. E então nos contaram que Los Ángeles Azules veio para a Argentina para ficar.
— Guadalupe Mejía Avante: Então paramos.
—E suas canções ressoam em batizados, aniversários, casamentos, junto com a vida de muitas gerações. Como tudo aconteceu?
—Cristina Mejía Avante: Acho que tudo que fizemos em dueto nos ajudou muito. Quando chegamos, trazemos também vários: “Sinto muito, mas o quê?” no Emilly“Mais Uma Noite” com Nicki Nicole. Acho que conseguimos mais audiência, não só no México, mas no mundo todo. Estou muito feliz por estar aqui, me sinto em casa. Representando o México na Argentina, sei que adoro nossa música.

—O que há de errado em fazer as pessoas dançarem e cantarem suas músicas como se fossem delas? Você ainda fica nervoso antes de subir no palco?
— Guadalupe Mejía Avante: Os nervos nunca vão embora. Funciona quando já estamos jogando, mas antes de começar não sabemos o que pode acontecer, se houver alguma falha. Mas estamos muito felizes por estar de volta à Argentina e pelo estádio Movistar estar lotado. Estamos aqui para lhe dar um pouco de alegria com Los Ángeles Azules.
— Perdido, cinquenta anos de trabalho, amado em todos os países. Você já olhou para trás e disse: “Você nunca pensou em tudo isso”?
—Elias “O Doutor” Mejía Avante: Você acabou de dizer tudo. Nunca pensamos nisso. Mas acho que a cumbia romântica de Los Ángeles Azules atingiu as massas, não importa onde você esteja, classe social, idade. Eles adoram a cumbia que fala de amor, e um pouco de desgosto também. Foi assim que Iztapalapa foi feito para o mundo e é perfeito. Não importa onde você mora, as pessoas nos conhecem. Isso nos deixa muito felizes, pois deixou uma pequena sementinha para Iztapalapa onde a música cresceu. O último Movistar foi o mais importante para nós como grupo, e desta vez foram três. O público fica azul à noite, aqui em Córdoba e em todos os lugares que vamos, com gente cantando e dançando. É isso que queremos: as pessoas participem, e aqui na Argentina sempre o fizeram.

—Eles estarão presentes na abertura da Copa do Mundo, nem mais nem menos do que em seu país. Como isso aconteceu?
—Jorge Mejía Avante: o FIFA Eles procuravam um time para representar a Copa do Mundo do México e encontraram o Los Ángeles Azules. Nossa empresa fechou um acordo e nos disseram: “Queremos fazer o tema da Copa do Mundo para a inauguração do Los Ángeles Azules”. É por isso que ele estava 11 de junho estar no Praça da Cidade do Méxicorepresentar nosso país e competir separadamente com Belinda.
—Por que eles escolheram Belinda?
—Elias “O Doutor” Mejía Avante: Eles veem como fazer a música, quem vai cantar a voz feminina, quem vai cantar a voz masculina, o que vai dizer a letra, como vai soar em um estádio cheio. Isto é algo que afeta toda a população do México. Quando dizem “do México para o mundo”, você já sabe. Um fica louco. E é exatamente isso que acontecerá isoladamente.
—Como são esses shows em Buenos Aires?
— José Mejía Avante: Queremos que todos sejam felizes. Muitas pessoas largaram o emprego para vir ao evento. Tudo o que podemos dar a eles, o que podemos dar a eles, é que venham aqui dançar com Los Ángeles Azules.
Foto: Cortesia da Imprensa















