Tentar restringir a carreira cinematográfica de Meryl Streep a apenas 10 apresentações é uma boa maneira de iniciar um debate. Saia de “Out of Africa” e haverá objeções. Semelhante a “As Pontes do Condado de Madison”, “Julie & Julia”, “A Dama de Ferro” ou “Mamma Mia!” que – dinheiro, dinheiro, dinheiro – continua sendo um filme de maior bilheteria.
Divulgação completa: nenhum desses filmes, por mais dignos que sejam, está nesta lista. Por outro lado, com um currículo absurdo (21 indicações ao Oscar e três vitórias distribuídas ao longo de uma carreira de quase cinco décadas), qualquer um teria perdido a cabeça.
Logo no início, Streep, agora com 76 anos, tornou-se sinônimo de sotaque impecável e um nível de precisão técnica que poderia ser quase sobre-humano. O que se perde nessa lenda é a frequência com que ele subverte as expectativas, tal como o público o percebe.
Vinte anos depois de “O Diabo Veste Prada” apresentar Streep à geração mais jovem através de Miranda Priestly, Miranda chega aos cinemas na sexta-feira, como uma formidável editora-chefe da famosa revista de moda “O Diabo Veste Prada 2”, com Miranda agora tentando manter o poder enquanto o mundo editorial desmorona ao seu redor.
A própria Streep raramente parou durante esse período. Considere esses 10 programas como uma lista dos maiores sucessos por causa do gráfico que eles caíram consistentemente.















