Lamine Yamal abriu a porta de Barcelona o Juliano Alvarez em entrevista onde manifestou o desejo de jogar com o atacante argentino. O jogador do Córdoba é um dos nomes do verão no mercado europeu e o clube catalão é um dos seus maiores rivais após a sua saída. Roberto Lewandowski para MLS.
Quando questionado por um jornalista de um programa espanhol A longarina na medida em que queremos ver o progresso do Atlético de Madri No Camp Nou, Yamal logo respondeu: “Neste momento, a verdade é que não penso muito nisso, mas espero. É um grande jogador. Se vier, vamos recebê-lo de braços abertos. Ele vem para o melhor clube do mundo, para os melhores torcedores do mundo, para a melhor cidade do mundo para mim. Se eu fosse ele, faria isso.”.
Estas palavras surgem numa altura em que o nome do internacional argentino é fortemente ouvido no mercado de transferências europeu e a opinião de um dos dirigentes do balneário do Barça ganha particular peso.
Yamal acrescentou que se Álvarez quiser se mudar, a recepção está garantida: “Estamos esperando, se você quiser vir, vá”.
O fim de Barcelona Ele admitiu que sua preparação para a Copa do Mundo foi lenta: após a lesão, jogou 19 minutos contra. Cabo Verde45 deles Arábia Saudita —com gols incluídos— e 76 contra Uruguai. “Nos tempos de Cabo Verde eu via a bola como mármore e agora começo a ver melhor, começo a ver mais normal”Yamal explicou. Quanto à sensação deste primeiro, é como uma imagem: falta-lhe sensação e também falta ar no corpo.
À medida que a conversa prosseguia, o jovem de 17 anos – que ainda não tinha 18 – refletiu sobre a atuação do ator. ESPANHA na fase de grupos. Ele não escondeu a autocrítica, admitiu que a equipe não apresentou a melhor versão, mas enquadrou-a no caráter do competidor e no seu próprio processo de recuperação.
“Todos esperavam que jogássemos melhor, mas penso que vamos jogar bem. Vamos mostrar o que todos sabem, que somos a melhor equipa de futebol”ele disse.
Yamal destacou que é contra Uruguai A equipe teve de três a zero chances de vencer, e é esse fluxo de jogo que tentará melhorar na fase final: “Queremos que a bola passe mais rápido, para nós no final”.
Sobre a partida contra a Áustria, o lateral do Barcelona não demonstrou preocupação, mas citou os motivos do foco: a intensidade do jogo aéreo, escanteios, lançamentos e ataques. “Não creio que nenhuma equipe vá competir conosco cara a cara”disse ele, acrescentando que se a Espanha igualar a intensidade dos rivais, a diferença na qualidade com a bola deverá fazer pender a balança.
Quando questionado se a eliminação da Áustria tinha falhado, a resposta foi ambígua: “Sim, para mim sim, acho que é para todos”.
Yamal também analisou a possibilidade de 16 travessias, que os aguardam Portugal ó CROÁCIA. Longe de ter medo desta situação, ele a encarou com confiança: “Para vencer é preciso vencer o melhor. Não há necessidade de ter um lado fácil se no final você conseguirá aquele que venceu todos os outros”, argumentou anteriormente. A longarina.
E deu um exemplo de PARAGUAIque cancelou Alemanhapara provar que nada está escrito na Copa do Mundo.
Individualmente, Yamal é avaliado pelos jogadores que mais chamam a atenção na competição. Ele disse Lionel Messi –“Todo mundo sabe quem é Messi, mas eu não esperava… ele tem seis gols”—, um Vinícius Júnior e para os marroquinos Saibari. Ele também falou sobre as equipes que acompanha de perto: Marrocos, Costa do Marfim, Japão, ARGENTINA, França sim EQUADORque se destacou pela sua intensidade.
A maturidade é um dos eixos da conversa. Nico Williamsem uma entrevista anterior no mesmo programa, Yamal disse que chegou à Copa do Mundo como um “Lamine muito mais maduro”.
O próprio jogador do Barcelona confirmou isso à sua maneira, com uma comparação entre ele e seus companheiros do Athletic: “Na Eurocopa ele estava mais perto de mim e acho que estou mais perto dele agora. Mentalmente”. E sobre Williams, com humor: “Ele perdeu aquela fase de crescimento, está envelhecendo”.
Para encerrar a nota, Yamal analisou a pressão que a Espanha enfrentou aos 17 anos, colocando-a na perspectiva de sua família: “Minha mãe me teve quando eu tinha dezesseis anos e essa foi a verdadeira pressão. Meu pai teve que sair para ganhar a vida, ir às ruas buscar coisas para poder levar comida para casa..















