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Antonio Rizola disse sobre o treinador peruano: “Não houve união, estavam preocupados em criticar o estrangeiro”

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O motivo da reflexão foi a falta de união e abertura entre os treinadores peruanos Antonio Rizolatreinador de seleção nacional de vôlei. O brasileiro destacou a diferença na atitude local em relação aos técnicos estrangeiros e na cooperação que existe em países como Argentina ou Brasil.

Rizola Lembrou que quando veio ao país não viu a verdadeira cooperação entre os técnicos. “Eles ficaram muito preocupados em criticar os treinadores estrangeiros que vieram para cá e não se preocuparam em trabalhar juntos.. Mostre trabalhando que você consegue, mas não precisa trazer estranhos”.

O treinador destacou a importância da movimentação e da abertura. Ele disse que em federações como o Brasil ou a Argentina, a vontade de se juntar ao esforço levou ao progresso em equipes como a seleção venezuelana, onde a combinação de técnicos apreciou o progresso a longo prazo.

Devido às vagas locais limitadas, Rizola feito:”Desde o primeiro dia que cheguei aqui, você estava lá. Eu disse: ‘A porta está aberta’. Tem que escrever para a federação, quero treinar ou para o professor dele, quero ir para lá. Tudo bem.”

Antonio Rizola deu uma opinião forte sobre os treinadores peruanos.

Narrou o caso de Marcos Brancotreinador Clube esportivo italianoque o contatou para participar da sessão: “Professor, posso ir lá? Ele está aqui.”

Rizola Ele destacou outro exemplo: “O Guilherme (Schmitz), brasileiro, veio. Outro técnico queria estar lá, do Soan, o Mauro (Boasso), do Soan, que saiu, mas sempre me ligava e vinha falar de vôlei”.

Além disso, enfatizou o respeito e o reconhecimento profissional Walter Pulmão: “Quando ele foi convidado, liguei para ele e disse: ‘Você é meu assistente, você será meu assistente desde o dia em que o Gino me convidou’, porque conheço muito bem o Walter, respeito muito ele, seu jeito de trabalhar e sua formação.”

Lorena GóngoraTécnico argentino presente no vôlei peruano com Atlético Ateneaentrou na falta de iniciativa dos técnicos locais para compartilhar e aprender em um ambiente prático.

“No curso vi as mesmas coisas de trinta anos atrás. Mas quando entrei na seleção nacional e vi coisas que o curso não ensina, pensei: ‘Uau, que ótimo’. Desde então, na Argentina começaram a abrir mais campos para os treinadores trabalharem na seleção feminina, mais do que na seleção masculina. Seria bom se o Peru incentivasse também a participação de treinadores locais.”

O treinador do Atlético Atenea falou sobre os seus companheiros. Créditos: Saque e Ponto/Ovação.

Este técnico confirmou que os estrangeiros aproveitaram a sua disponibilidade para receber monitores. “Na minha prática, pessoas da Colômbia e da Venezuela vieram observar, mas nunca vi um técnico peruano vir ver um consultório, nem meu nem de ninguém. Na Argentina, quando era jovem, sempre pedia permissão para assistir aos treinos do campeonato porque queria aprender. Essa ação vai ajudar muito se for implementada aqui.”

o Gongoraabrindo vaga na seleção para ver e a colaboração renova o trabalho a cada dia do profissional. Ele acredita que a comunicação com novas ideias e métodos é necessária para ampliar a riqueza do voleibol local.

A cada época, a presença de seleccionadores nacionais diminui Liga Peruana de Voleibol. Apenas cinco participaram da campanha 2025/2026: Walter Pulmão, Arthur Gambini, Esse é o Rivero, Martin Rodríguez sim Natália Málaga. Entre eles, apenas este último conseguiu classificar a sua equipa como uma das quatro primeiras da competição.



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