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Bolaños processou Aldama por violação de seu direito à honra, alegando que ele tentou subornar

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O Ministro da Presidência, Justiça e Relações com as Cortes, Félix Bolaños, em Madrid. (Gustavo Valiente/Europa Press)

O Ministro da Presidência, Justiça e Relações Judiciais, Félix Bolaños, fez um discurso no Tribunal Superior de Madrid. o solicitar contra o empresário investigado no caso Koldo, Víctor de Aldama, por causa de viola seu direito à dignidade ao dizer num programa de televisão que tentou subornar.

O próprio ministro confirmou na segunda-feira a notícia publicada na segunda-feira elDiario.es, que declarou que o Presidente do Supremo pedindo 70.000 euros por prejudicar o empresário, julgado hoje no Supremo Tribunal Federal por um esquema de encobrimento com o ex-ministro dos Transportes José Luis Ábalos e seu ex-assessor Koldo García.

Víctor de Aldama revelou em fevereiro passado em Telemadrid que Bolaños o contatou, segundo ele, “Eu fico quieto e suborno Eu paguei muito dinheiro.

Questionado especificamente sobre estas palavras, o ministro socialista referiu-se a Aldama como um estranhonem ele nem o seu porta-voz, e garantiu que, face a tais insultos “grosseiros”, a importância do Estado de direito. Bolaños insiste que a sua relação pessoal é “absoluta e completamente inexistente” e que “nunca conversou, por telefone ou de outra forma, com Aldama ou com o seu responsável de comunicações”. E nesse sentido acrescentou que “ele nem tem o número do telefone”. “Não quero perder mais um segundo porque não vale a pena assistir a este homem”, disse ele.

Além da indenização, Bolaños exigiu de Aldama título do artigo e bug das sanções aplicadas à atual forma de trabalhar nas redes sociais.

Aldama se tornou viral nas redes sociais Aconteceu em um restaurante em dezembro de 2019.

A carta de Bolaños, obtida pela agência EFE, indicava que era “a única prova” fornecida por Aldama para confirmar publicamente que o seu acusador sabia imagem que, segundo disse, seria levado àquele restaurante, «onde, de facto, o operador nem sequer aparece».

Notícias com informações da EFE



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