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“Duplos procedimentos, duplos preços”: sindicatos alertam para o impacto da lei nos comerciantes de petróleo

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O sindicato ACICE alertou para o impacto de uma norma que irá provocar excessos no sector petrolífero. A reversão do procedimento é reconhecidamente um grande problema, de acordo com informações obtidas junto ao Uma semana.

Os proprietários de empresas garantem que devem cumprir ambos os documentos que contêm as mesmas informações. Esta situação afetará diretamente o funcionamento e a sustentabilidade da empresa.

O setor alerta que custos adicionais não podem ser repassados ​​aos consumidores. Isso ocorre porque o lado deles é controlado pelo governo.

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A Associação dos Comerciantes de Combustíveis Industriais e Energia (ACICE) lançou um alerta ao Governo Nacional sobre o que considera ser uma sobrecarga que afecta directamente o funcionamento das empresas do sector.

Segundo o sindicato, o principal problema está na exigência de dois documentos ao mesmo tempo: o Manifesto Eletrônico de Carga e a Guia Digital de Transporte, que contêm as mesmas informações relativas à transferência de petróleo.

Segundo a organização, estes dois registos contêm dados como a origem, o destino, o montante do transporte e a natureza do veículo, o que evidencia a fraude que, na sua opinião, não tem verificação técnica e técnica.

Esta situação significa um aumento nas taxas de administração para a empresa, que tem que aceitar o pagamento de ambas as formas sem receber valor adicional no controle ou eficiência do sistema.

O impacto é significativo considerando que o setor opera sob os limites controlados pelo Ministério de Minas e Energia, o que limita a possibilidade de repasse ao cliente final.

Portanto, a empresa tem que absorver diretamente esses custos adicionais, que reduzem o lucro e afetam a sua capacidade de investir, operar e crescer no mercado.

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O sindicato alertou que este encargo legal poderá ter consequências negativas não só para a empresa, mas para a estabilidade do abastecimento de petróleo no país, caso a economia continue a deteriorar-se.

O problema é agravado pelos esquemas de distribuição multiconsumidores, onde o custo do cumprimento destes requisitos pode exceder os limites dos requisitos regulamentares actuais.

Nestes casos, as empresas enfrentam perdas de empregos, o que ameaça a sustentabilidade do seu trabalho em determinadas áreas ou áreas.

A ACICE insiste que esta situação cria uma pressão adicional num setor que já enfrenta muitos desafios operacionais e jurídicos, que podem afetar a concorrência em comparação com outros mercados.

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O representante legal do sindicato destacou que a duplicação de procedimentos não significa apenas elevados custos económicos, mas também uma carga administrativa desnecessária que retarda o processo logístico.

Face a este panorama, o sindicato solicitou ao Governo Nacional que reveja a regulamentação em vigor e proceda à consolidação das disposições regulamentares que possam facilitar o procedimento.

Em particular, propuseram que o Guia Digital de Transporte fosse o único documento válido para estas operações, eliminando a necessidade de processamento simultâneo do Manifesto Eletrônico de Carga.

Esta medida, segundo a ACICE, irá reduzir custos, melhorar a eficiência do sistema e garantir melhores condições de funcionamento das empresas do setor energético.

Além disso, o sindicato alertou que a manutenção da actual duplicação poderá afectar a competitividade do país na logística e distribuição de petróleo, especialmente em situações onde a eficiência operacional é muito importante.

As empresas enfatizaram a importância de tomar decisões que facilitem as operações, não comprometam o sistema de monitoramento e controle, mas evitem ônus desnecessários que afetem a sustentabilidade da empresa.

O apelo surge num momento em que o setor energético enfrenta desafios estruturais e jurídicos, o que reforça a necessidade de revisão das regras atuais para garantir o seu funcionamento eficiente e sustentável.



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