O Ministério do Trabalho tem relatado a presença de restrições eleitorais em empresas de diversos pontos do país, poucos dias antes do dia presidencial. 21 de junho. O ministro Antonio Sanguino garantiu que recebeu uma denúncia que obrigava os trabalhadores a votar.
A notícia publicada por Rádio Azul observou que Sanguino mencionou 65 casos conhecido pelo portfólio de trabalhos, que foi enviado para poder judicial pela sua opinião. O presidente Gustavo Petro pelo menos anunciou isso 400 empresas Eles podem ter reclamado da pressão sobre os trabalhadores.
Diante desse panorama, o Ministério do Trabalho divulgou mais dez medidas preventivas reforçar a protecção do direito de voto no local de trabalho. Isto inclui uma circulação feita aos empregadores para lembrá-los de que os trabalhadores devem poder exercer o seu direito de voto sem restrições, mesmo que tenham turnos durante o dia das eleições.
O ministro Sanguino garantiu que as denúncias recebidas indicam a possível reação de pressão sobre empresas em diversos pontos do país. Conforme mencionado acima, a principal preocupação é que alguns funcionários possam se sentir controlados pelos seus chefes no exercício do seu direito de voto.

A pasta Trabalhista enfatizou que a participação nas eleições deve ser livre e sem interferências. Por esta razão, as medidas preventivas visam alertar os empregadores sobre a obrigação de permitir que a sua equipa de trabalhadores vá votar e participe num dia democrático sem obstáculos, controlos ilegais ou ameaças laborais.
Os círculos eleitorais também têm como alvo aqueles com agendas para o dia das eleições. Nestes casos, os trabalhadores devem ter a garantia de votar e depois regressar ao trabalho, sem retaliações, restrições injustificadas ou pressões relacionadas com as suas decisões políticas.
O Ministério do Trabalho procura garantir que os empregadores tenham clareza sobre os limites do seu trabalho durante o dia. A agência alertou que o direito fundamental ao voto não pode ser limitado por horários, mudanças climáticas ou orientações internas que impeçam a participação dos cidadãos.
Paralelamente, o presidente Gustavo Petro se pronunciou por meio de mensagem no X e lembrou que as eleições são livres. O chefe de Estado confirmou que nenhum empregador pode impedir ou limitar a participação dos seus empregados nas eleições.

Petro também destacou publicamente que se algum funcionário tiver turno no dia das eleições, deverá poder proceder a uma eleição livre e retornar ao cargo sem retaliações. Para o presidente, qualquer tentativa de interferir nesse direito pode ser uma conduta com consequências negativas.
O Governo sublinhou que a prevenção da utilização do voto ou o incentivo às escolhas eleitorais é um método que deve ser reportado e monitorizado pelas autoridades competentes. Nesse sentido, os casos identificados foram transferidos para a autoridade judiciária, enquanto o Ministério realiza ações preventivas no local de trabalho.
As medidas surgem no final da campanha presidencial de 2026, quando aumenta o escrutínio de possíveis irregularidades que possam afectar a liberdade dos eleitores. O apelo oficial é para que os empregadores garantam condições onde os empregados possam participar do dia sem qualquer pressão do empregador.
Com esta ação, o Ministério do Trabalho procura enviar uma mensagem clara ao setor empresarial: o dia das eleições deve ser realizado com segurança e a escolha dos trabalhadores deve ser respeitada. O alerta também visa evitar novas reclamações antes das eleições 21 de junho.















