O juiz federal Sebastião Casanello ordenou a remoção de sigilo fiscal e bancário sobre Francisco Adorniirmão do porta-voz presidencial e atual deputado de Buenos Aires, em meio a reclamações sobre diz-se que é riqueza ilegal. A medida segue uma abordagem diferente solicitada pelos procuradores Guilherme Maconha: incluindo análise de empréstimos, aquisição de 50% de automóveis e aumento estimado de 84% em um ano.
O documento teve início após denúncia de um representante nacional Marcela Pagano e caiu por sorteio na Justiça Federal nº 6, dirigida por Daniel Rafecas, mas julgada pelo desembargador Casanello nesta semana.
A denúncia alertava para a possibilidade desacordo com a declaração de propriedade por Francisco Adorni, que assumiu cargos públicos – pelas mãos do irmão – como chefe do Departamento de Auditoria Interna do Ministério da Defesa, antes de ser promovido a chefe do Centro de Assistência Financeira de Pensões e Pensões (IAF).
Ao mesmo tempo, Manuel Adorniporta-voz presidencial e irmão do parlamentar, está envolvido em outra investigação judicial do diz-se que é riqueza ilegal o promotor está no comando Gerardo Pollicita
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