La Dian explicou porque é urgente aprovar o novo regime aduaneiro antes de 20 de junho de 2026. A agência alertou que caso esse prazo não seja cumprido, haverá um vazio jurídico que afetará o combate ao contrabando, segundo informações obtidas junto ao Jornal da semana.
O projeto visa unificar as regras e fortalecer o sistema para punir o comércio ilegal no país. Além disso, foi estabelecido através de um grupo de trabalho com o setor privado para chegar a um consenso técnico, de acordo com as informações obtidas.
A discussão ocorre em meio a críticas à abordagem do projeto, que alguns dizem ser excessivamente punitiva. No entanto, Dian insiste que é necessário garantir o controlo aduaneiro.
Você pode nos seguir agora Facebook e em nós Canal WhatsApp.

O Serviço Nacional de Impostos e Alfândegas (Dian) alertou que a aprovação do novo regime que pune as alfândegas responde à obrigação imposta pelo Tribunal Superior da Constituição.
Segundo a empresa, há um prazo estendido que expira em 20 de junho de 2026prazo para o Congresso aprovar legislação para substituir a atual administração.

“Nessa data, a lei que estabelece este regime que pune as alfândegas deve ser emitida, aplicada e eficaz”, disse Dian. Jornal da semana.
O não cumprimento deste prazo pode trazer graves consequências para o país, pois significa um vazio jurídico que limitará a capacidade do Estado de combater o contrabando.
Entre as consequências mais importantes está a impossibilidade de sanções administrativas e a apreensão de mercadorias ilegais, o que reduzirá o controle do comércio exterior.
O projecto do regime de sanções foi desenvolvido através de consultas com vários actores do sector privado.
Segundo Dian, mais de 27 fórum de discussãoo que nos permitiu coletar observações e construir documentos técnicos com maior consenso.
“Todas as críticas construtivas são sempre apreciadas… há mais de 27 mesas redondas com o sector privado”, disse a agência, citada por este meio de comunicação.

Por outro lado, Analdex admitiu que o processo tem avançado na busca por um acordo, o que pode facilitar a sua tramitação no Congresso.
O objetivo é apresentar um projeto equilibrado que atenda às necessidades do país e permita o fortalecimento dos costumes.
Apesar do progresso, suscitou críticas de alguns setores que acreditam que esta abordagem é excessivamente punitiva.
Questiona-se que a proposta prioriza a punição em vez do incentivo às boas práticas, bem como a complexidade da lei.
Diz-se até que pode haver um foco nas arrecadações e não na tentativa de facilitar o comércio exterior.
No entanto, Dian defendeu a medida, dizendo que era necessário um regime de penas mais rígido para combater o contrabando, um problema que afecta a concorrência e as finanças públicas.
O contrabando, segundo diversos setores, é uma das principais saídas de recursos públicos e cria distorções no mercado, afetando as empresas que operam dentro da lei.
Neste contexto, a aprovação do novo regime apresenta-se como uma ferramenta fundamental para reforçar o controlo aduaneiro e colmatar as lacunas que permitem o acesso a mercadorias ilegais.
O debate continua no Congresso, que determinará a etapa final de uma norma que poderá marcar uma virada na luta contra o comércio ilegal na Colômbia.















