o Universidade Nacional de São Marcos (UNMSM) deve implementar e oferecer a longo prazo um opções de comida vegana no refeitório da faculdade, depois julgamento anunciar Criado a ação movida por dois estudantes que reclamaram da falta de outros métodos condizentes com as convicções éticas.
A decisão, proferida por Sexta Corte Constitucional de Limamarca um exemplo que foi descrito como histórico devido ao seu alcance em termos de direitos fundamentais, igualdade sim Não discriminação na educação pública.
O caso, já iniciado em 2024, voltou a ganhar força após uma nova revisão judicial que corrigiu a decisão anterior inadmissível. Desta vez, o juiz concluiu que a universidade violou os direitos ao não responder adequadamente ao pedido do estudante e ao reter uma resposta que, segundo a ordem judicial, acabou por excluir um grupo de estudantes por causa do seu pedido. comida vegana.
O processo estudantil que levou ao veredicto histórico

A polêmica começou quando ele apresentou um solicitação de segurança exigir que os refeitórios universitários ofereçam opções adequadas para veganos. O pedido deles não é apenas mudar a alimentação, mas conscientizar a universidade sobre o impacto da falta de opções livres de animais. liberdade de pensamentoé direitos iguais e o desenvolvimento livre do seu personagem.
Segundo o documento, ambos confirmaram que não poderiam consumir os alimentos oferecidos no refeitório por serem destinados a alimentos onívoros, sem observar as regras de ética. Nesse sentido, alertaram que a exclusão da alimentação vegana não afetou apenas a ingestão alimentar no campus, mas também a saúde, a capacidade acadêmica e a persistência nas mesmas condições na universidade mais antiga do Peru.
A ação foi ajuizada com 28 de fevereiro de 2024 e, a princípio, foi declarado inadmissível. No entanto, o Terceira Câmara Constitucional do Tribunal Superior de Lima anulou essa decisão e ordenou a reedição de nova decisão considerando o mérito do caso. Essa rotação permitiu que o arquivo voltasse para Sexto Tribunal Constitucionalque foi a última decisão judicial que obriga a UNMSM a implementar os serviços necessários.
Na sua análise, o tribunal afirmou que a não resposta ao pedido do aluno causa sempre prejuízo, não podendo a resposta da instituição ser justificada apenas do ponto de vista jurídico ou administrativo. Além disso, destacou que o refeitório universitário gratuito não pode se tornar argumento para sair do campo dos grupos estudantis que exigem benefícios de acordo com sua fé e necessidades alimentares.

A decisão judicial estabeleceu que o UNMSM tomar as medidas necessárias para proporcionar uma cardápio vegano no refeitório universitário, garantindo que esta opção mantenha os padrões de qualidade alimentar, acessibilidade sim gratuitamentenas mesmas condições da alimentação normal. Para tanto, o decreto também determina que, no curto prazo, seja pesquisa oficial ou censo o que nos permite determinar o número de alunos que necessitam deste tipo de alimentação.
Segundo o tribunal, este registo é fundamental para a organização da logística de abastecimento, a preparação de alimentos adequados e a prevenção de desabastecimento e desperdício de fundos públicos. A decisão confirmou que esta disposição não deveria ser considerada como um benefício separado, mas como um correção adequada na prestação de serviços universitários, com o objetivo de garantir que os estudantes veganos tenham igualdade de acesso à alimentação oferecida pela universidade.
As decisões da universidade durante o processo também levantam questões. A UNMSM confirmou que a solicitação do estudante não atende aos requisitos administrativos e que o amparo não é a forma adequada de discutir esse tipo de solicitação. Além disso, disse que o serviço do refeitório não se baseia no estilo de vida, mas sim em condições gerais que respondem ao atendimento gratuito e à atenção de toda a comunidade universitária.
No entanto, o tribunal rejeitou esta posição, porque a administração deveria responder e, se necessário, exigir as devidas correções quando houvesse observações legais. Concluiu também que a rejeição às instituições tem causado um efeito especial naqueles que mantêm uma prática vegana, que na verdade é uma forma de discriminação indireta.
A decisão indica que apenas oferecer alimentos com componentes de origem animal pode forçar os estudantes veganos a escolher entre violar as suas convicções ou ficar sem benefícios nutricionais. Esta situação afetará os direitos constitucionais que os órgãos públicos devem proteger quando prestam serviços direcionados ao corpo discente. A universidade já estabeleceu um CHAMADO DE DEUSentão a decisão está sob consideração.















