A seleção sub-17 da Colômbia voltou para casa após excelente participação na América do Sul 2026, com negociações focadas mais na cooperação e no futuro do que no que já foi feito. Além do título, o grupo deixou claro que o objetivo atual é manter o nível competitivo, algo que jogadores e treinadores reiteraram com a chegada.
Da sede da Federação Colombiana de Futebol, em Bogotá, muitos dos jogadores concordaram com uma mensagem: o campeonato é importante, mas não definitivo. “É ótimo, mas é só o começo”, disse Matías Caicedo, central da seleção, que explicou que o grupo está de olho no próximo grande desafio, a Copa do Mundo da categoria. Por outro lado, o extremo Adrián Mosquera destacou o esforço coletivo: “Éramos uma equipe muito unida, isso transpareceu em campo. “Ninguém ganhou sozinho, todos nós desempenhamos um papel.”
O clima do campus, segundo os participantes, foi um dos principais motivos da apresentação. “Estávamos sempre juntos, nos bons e maus momentos.. Foi isso que tornou o jogo mais difícil”, comentou o diretor técnico da seleção nacional, Freddy Hurtado. Essa união ficou evidente ao longo do torneio e se refletiu nos resultados.

Sobre o desempenho na final, em que a Colômbia derrotou a Argentina, um jogador destacou a preparação. “Sabíamos que seria um jogo difícil, mas confiamos no que estávamos trabalhando. Saímos para jogar o nosso jogo e funcionou para nós”, disse Samuel Martínez, designer. Por sua vez, José Escorcia acrescentou: “A professora insistiu na nossa concentração. e não diminuir a intensidade, acho que isso é o importante. “
O técnico Hurtado também foi tema recorrente nos anúncios. Vários jogadores destacaram sua liderança e a forma como administrou o grupo durante o torneio. “Os professores sempre nos falaram sobre ter uma atitude forte, sobre acreditar em nós mesmos. Isso realmente nos ajudou”, disse o capitão Eider Carrillo.
Uma das ideias mais recorrentes na intervenção foi sobre a “mentalidade de campeão”, conceito que o treinador trabalhou durante o foco. “Não se trata apenas de vencer, trata-se de como você se preparaa forma como treina e como trabalha em cada jogo”, explicou Hurtado.

Havia também um lugar para falar sobre apoio. Os jovens jogadores agradeceram o apoio de suas famílias e torcedores durante o torneio. “Lamentamos muito o apoio da Colômbia“Motivou-nos em todos os jogos”, disse o diretor técnico da seleção nacional. Alguns até mencionaram o impacto de ver líderes seniores de equipe analisando seu desempenho.
Além do desempenho esportivo, o regresso a casa mostrou a relação entre as diferentes categorias da seleção. Os membros da seleção mundial sénior, como o diretor técnico da seleção sénior, Néstor Lorenzo, assistiram à recepção, em sinal de apoio ao processo juvenil e à continuidade do projeto do futebol colombiano.
Em geral, esta geração deixou uma impressão positiva não pelo produto, mas pela forma como o adquiriu. Existe uma identidade de jogoo grupo organizado e a comissão técnica conseguiram transmitir uma mensagem clara. Tudo isso constrói uma grande base para o futuro.
agora, O desafio é manter esse nível e trazê-lo para o cenário mundial. A seleção Sub-17 da Colômbia terá tempo para se preparar, afinar e melhorar sua força antes de enfrentar as melhores seleções do mundo.

O título sul-americano já faz parte da história, mas dentro do grupo entende-o como o início de algo maior. Com talento, trabalho e atitude focadaA Colômbia tentará continuar sendo protagonista, desta vez no desafio mais difícil da categoria.















