Uma nova polêmica abalou o Governo Petro após denúncias de irregularidades no Fundo de Adaptação. O diretor da unidade nacional de gestão de riscos, Carlos Carrillo, anunciou que levou o assunto às autoridades judiciais, segundo informações obtidas de Jornal da semana.
A denúncia refere-se à possível arrecadação de recursos no acordo com o Fundo de Adaptação, o que tem causado conflitos internos no Executivo. Este assunto é afectado pelos funcionários e pela linha administrativa que está actualmente em apreciação, de acordo com as informações recebidas.
O escândalo está a reavivar a questão da negligência na função pública e a abrir novas arenas políticas dentro do Governo. As alegações alimentaram debates sobre transparência e supervisão institucional.
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Denúncia por suposta extorsão e cobrança de suborno
Carlos Carrillo informou que apresentou queixa judicial por crimes de conflito, apontando que haverá demandas económicas ilegais no processo do acordo com o Fundo de Adaptação.
O responsável afirmou: “Ontem apresentei queixa, com as provas pertinentes, por crime grave por causa da possível arrecadação de fundos no Fundo de Adaptação”, segundo o responsável. Jornal da semana.
Segundo eles, o caso diz respeito a um empresário que será obrigado a pagar uma percentagem do valor do contrato em troca de receber dinheiro ou facilitar a sua execução.
Carrillo explicou que a quantidade de sinistros reportados é próxima 2 bilhões de dólaresigual a aproximadamente 10% o contrato, que descreveu como um caso de “estupro”.
Além disso, disse que o projeto em questão está em linha com as atividades desenvolvidas em La Mojana, previamente planeadas durante o período em que foi diretor do Fundo de Adaptação.

O diretor da UNGRD garantiu que o depoimento do empresário contém nomes e referências às reuniões informais onde foi feito o pedido financeiro, o que, na sua opinião, exige uma investigação urgente por parte das autoridades.
Tensão interna e um chamado para investigar
Esta questão tem sido interpretada como uma nova divisão de “fogo amigo” dentro do Governo, incluindo departamentos e funcionários próximos da administração nacional.
Carrillo também pediu agilização do processo. Neste sentido, destacou: “Precisamos de uma política de tolerância zero para atos de corrupção. O processo de mudança na Colômbia deve eliminar tais práticas em nosso processo político; o Acordo Histórico não pode repetir o caminho percorrido por outros processos de esquerda na América Latina, segundo esta informação.
Este responsável explicou que a denúncia não diz respeito directamente ao UNGRD, mas sim às actividades do Fundo de Adaptação, embora tenha alertado que parte da equipa está agora ligada àquele departamento.

Da mesma forma, garantiu que os empresários envolvidos estão dispostos a cooperar com as autoridades, embora saiba que em muitos casos este tipo de situações não são denunciadas por pressão ou medo, o que leva à impunidade.
Carrillo afirmou ainda que todo o projeto é mais do que bilhões de pesosenquanto cada contrato subsistir 15 bilhões de dólaresum número que mostra a extensão dos recursos comprometidos.
Este responsável concluiu que continuará a cooperar com os responsáveis e a responder aos órgãos de fiscalização dos projectos que anteriormente liderou, ao mesmo tempo que insistiu na necessidade de explicação dos factos mencionados.
A polémica junta-se a outras questões recentes no sector e abre um novo capítulo no conflito no Governo, na exigência de maior transparência no financiamento público.















