Ceuta, 9 jul (EFE).- O governo de Ceuta “permanece” na decisão do Tribunal Supremo que anula a negação das fronteiras aos migrantes que tentam entrar a nado, facto conhecido como “regresso quente”, mas pediu na quinta-feira “mais métodos” para o controlo fronteiriço.
Em declarações à EFE, o conselheiro da Presidência e do Governo do Executivo de Ceuta, Alberto Gaitán (PP), anunciou que a cidade segue a decisão do tribunal mas insistiu na necessidade de reforçar o aparelho e as forças de segurança do Estado.
“Cumprimos a ordem judicial e, como sempre, respeitamos a decisão judicial”, disse Gaitán, que enfatizou “a necessidade de fortalecer os recursos humanos e materiais do Estado para preservar a integridade territorial e a soberania da nossa nação”.
Da mesma forma, este vereador reiterou que “Ceuta não pode ser um muro de imigração” e lembrou a situação especial que existe na cidade devido ao seu estatuto.
Alertou que “a capacidade de Ceuta para o receber é muito limitada devido à sua dimensão e população”, razão pela qual solicitou que os recursos existentes não sejam utilizados excessivamente. EFE















