O presidente Claudia Sheinbaum responderam às críticas sobre sua insistência em saber como prender Ismael “El Mayo” Zambada nas mãos das autoridades dos EUA.
Durante a coletiva de imprensa matinal, o mandatário explicou que, como presidente do México, cuida de “todos que entram em contato com ele todos os dias”, porém, neste caso, seu interesse é confirmando que não houve violação da soberania nacional na operação que levou à sua libertação.
Sheinbaum Enfatizou que embora comemore a prisão de um dos principais líderes do tráfico de drogas, o principal é determinar a legalidade e transparência da intervenção de agências estrangeiras. “O problema aqui é que houve violação da soberania nacional, porque repito, o fim não justifica os meios“, disse ele.
O presidente questionou a versão anteriormente divulgada pela embaixada dos EUA Ken Salazarque negou que o governo de EUA participou do evento e atribuiu responsabilidade exclusiva FBI. De acordo com Sheinbauma contradição continua: “O que ele não explica é como o FBI apresentou o avião na feira como se fosse uma operação do FBI. Essa é a contradição”.
Segundo o presidente, o Promotor A empresa mexicana encontrou inconsistências na declaração de Ken Salazar e acredita que há falta de honestidade por parte de ex-funcionários dos EUA.
“O ex-embaixador é o mesmo que disse há dois anos. O problema é que o avião do FBI foi apresentado recentemente na feira, além das reportagens publicadas na imprensa. Sheinbaum.

A pedido do Secretário de Relações Exteriores (SRE), Roberto Velasco, descreveu o caso de Humberto Álvarez Machain como pano de fundo para demonstrar a defesa histórica da soberania mexicana. Ele explicou isso Máquina Álvarezum médico mexicano, foi acusado de participar da tortura e assassinato do policial DEA, Kiki Camarenana década de 1980. Máquina Álvarez sequestrado do país e transferido para lá EUA a julgamento, o que resultou em uma importante defesa legal e diplomática por parte do governo mexicano da época, liderado por PRI.
Acrescentou que, mesmo sem este acordo, a dimensão do conflito foi tal que foi enviada uma nota diplomática e houve forte protecção jurídica. “Houve uma defesa completa por parte do governo durante a época do Dr. Álvarez Macháin, mas ele foi acusado de cometer um crime hediondo. E por quê? Porque envolve a soberania do México, independentemente do crime de que sejam acusados”, destacou.

Roberto Velasco recordou este incidente para realçar a diferença entre aqueles que criticam a actual posição do governo federal ao insistir em conhecer os detalhes da prisão de Ismael “El Mayo” Zambada e a defesa da soberania nacional.
“Aqueles que acusam e dizem: ‘Oh, você está protegendo os traficantes’, “Eles eram os únicos que protegiam o Dr. Álvarez Machaín naquele momento”.feito.
Ele observou que no passado havia uma distinção entre a responsabilidade do crime e a proteção das pessoas a soberania do Méxicoe lamentou que esses atores políticos não estejam qualificados para defender o atual governo: “Antes aplaudiam e diziam: ‘Esta é uma grande defesa da soberania nacional’, e agora dizem: ‘O governo do México está errado’.















