A Procuradoria emitiu acusação contra nove ex-militares pelo crime de tortura agravada, supostamente cometido durante o evento conhecido como Palácio do Hocecausto, ocorrido nos dias 6 e 7 de novembro de 1985, em Bogotá.
Os acusados são: Edilberto Sánchez Rubiano, Óscar William Vásquez Rodríguez, Ferney Ulmardí Peña, Antonio Rubay Jiménez, Fernando Blanco Gómez, Iván Révalez Quintero e Bernardo Alfonso Garzón.
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A acusação, quatro décadas após o acontecimento, Responder aos crimes contra a humanidade cometidos durante a rendição dos soldados no palácio.
De acordo com a decisão da acusação do Ministério Público, registada no documento oficial, a decisão baseou-se em provas e depoimentos que destacaram aquele “suspeito”, transferido para o segundo andar da Casa Del Florero, onde a vítima sofreu.

Depois disso, foram levados para o quartel militar, onde foram O ato de tortura física, moral e mental foi praticado contra muitas pessoas, Entre eles estão Yolanda Ernestina Santodomingo Alberricci, Eduardo Arturo Matson Ospino, Aristóbulo rozo, Orlando Quijano, Jaime Buitrago Castro, Ana Lucia Limas Montaña e Héctor Dario Correa Tamayo Tamayo.
O Ministério Público apresentou como documentos educativos, como o plano tricolor 83 e o livro, cuja implementação, segundo a investigação, levou à violação dos direitos humanos e motivou a atuação dos réus.
Quanto ao envolvimento da escala e do Comandante Operacional de Contra-espionagem (Coici), a organização dos grupos e da cadeia de comando foi feita por Sánchez Rubiano e sob o comando de Arias Corales. Um elemento-chave é o relatório policial ao tribunal em 26 de setembro de 2016, que o Ministério Público citou como prova durante a investigação.

O advogado José Alvear Coletivo Restrepo (Cajar) representa a parte civil no litígio. Rafael Barrios Mendivil, cofundador da organização e representante das vítimas, declarou perante a mídia que “é uma decisão histórica, que as vítimas esperam há quarenta anos e sempre defenderam”.
Barrios Mendivil insistiu em investigar minuciosamente a cadeia de comando responsável pelo padrão de tortura e tratamento cruel, confirmando que “A proteção dos direitos humanos na Colômbia exige a explicação completa destes acontecimentos e a punição de todos os responsáveis, especialmente aqueles que deram as ordens”.
O advogado Nilson Pinilla Pinilla, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Constitucional, foi mostrado anteriormente O país Uma das hipóteses mais preocupantes sobre os acontecimentos ocorridos durante a apresentação e tramitação do tribunal:
Pinilla, que faz parte da comissão da verdade que investigou durante cinco anos a tragédia de novembro de 1985 em Bogotá, lembrou que o plano do M-19 era conhecido das autoridades desde 18 de outubro daquele ano. “É pouco provável que o plano de guerrilha tenha sido descoberto e que o tenham conseguido”, explicou aos meios de comunicação citados aqui e ali.

Segundo Pinilla, os militares permitiram que a execução fosse realizada em resposta a ataques anteriores do grupo ebtika contra as forças públicas. Isso inclui o roubo de armas no nordeste de Cantão e a tentativa do comandante do exército.
O jurista destacou que ao ver o plano a vigilância policial aumentou, mas esta operação foi retirada dias antes de ser recebida. Da mesma forma, rejeitou a versão oficial, pois a polícia especial retirou-se de Alfonso Reyes Echandía, presidente do Supremo Tribunal, dizendo que a versão não correspondia à data nem à situação.
Durante a entrevista, Pinilla reiterou que a persistência de alguns setores militares permitiu ao M-19 proferir palavras violentas, o que, na sua opinião, É “apropriado” para o benefício da resposta interna de contra-insurgência. Esta interpretação, disse o advogado, suscitou um novo debate sobre o papel do governo na maior tragédia ocorrida na Colômbia.















