Uma família rural lá Cajamarca, Amazônia, Ancash, São Martinho sim Cinco Alteração do acesso ao crédito agrícola através do Fundo Rotativo (FORE). Este mecanismo, promoveu o projeto Desenvolvimento rural sob a liderança do Ministério da Promoção Agrícola e Irrigação (MIDAGRI), com o programa. AGRO RURAL e o co-financiamento com o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), alterou as perspectivas financeiras para mais de 1.400 famílias.
Durante o fórum de discussão “Fundo Rotativo para Fortalecer o Empreendedorismo Rural na Agricultura Familiar”, foi destacado que o fortalecimento do plano de negócios permitiu pela primeira vez que as associações de pequenos produtores tivessem acesso ao seu capital. Além disso, esse processo foi promovido produzir modelos apoiados na autogestão e na solidez financeira, pilares reconhecidos para o desenvolvimento rural.
O sucesso do FORE mostra que a inclusão financeira é possível quando as estratégias comunitárias e as políticas governamentais centradas na sustentabilidade são combinadas. Esse avanço abriu novas oportunidades para milhares de produtores e suas famílias.

A dinâmica do FORE trouxe mudanças significativas na economia dos agricultores. Em apenas dois anos, o primeiro capital de S/ 1,3 milhão indicado pelo Desenvolvimento rural Aumentou para S/ 3,1 milhões, somando a participação de parceiros e benefícios. Este aumento representa um aumento no financiamento original e fortalece a base financeira das comunidades beneficiárias.
De acordo com os dados apresentados no fórum, durante a execução de 2020-2025, Promoveu a criação de 102 fundos, visando promover 1.205 planos de negócios organizações de pequenos produtores. Estas iniciativas surgiram em resposta à necessidade de obter financiamento específico e sustentável.
O mecanismo dos Fundos Rotativos baseia-se na ação comunitária. A organização gere o capital de giro e o acesso ao microcrédito de acordo com princípios comuns, combinando o capital inicial fornecido pelo projeto com contribuições internas dos parceiros de cada organização de pequenos produtores (SPO).

Este modelo promove um sistema de crédito sustentável e proporciona independência financeirafacilitar o acesso ao crédito para setores historicamente excluídos, como mulheres e jovens. A experiência de Desenvolvimento rural mostrando que 756 mulheres (52%) e 330 jovens (22%) participaram activamente nestes processos, promovendo a igualdade de género e a renovação geracional no sector agrícola.
Durante o projeto foram oferecidos 6.371 créditos produtivos, que permitiram às empresas familiares consolidar e fortalecer a economia local. Sem radar ou comunicação por rádioos produtores demonstraram que a autogestão pode ser uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento rural.
O evento contou com a presença de representantes AGRO RURAL, confiançao Embaixada do Peru para Cooperação Internacional (APCI), Ministério de Comércio Exterior e Turismo (MINCETUR), FAO, Profonanpe, FONCODES, Agrobanco e Helvetas Perú. Funcionários e especialistas destas agências concordaram que o FORE surgiu como uma forma eficaz de superar barreiras ao acesso ao financiamento legal.

Os especialistas apontaram o impacto potencial desta ferramenta como base de políticas públicas destinadas a fortalecer a inclusão financeira e a produtividade da agricultura familiar. O modelo FORE abre novas perspectivas para a consolidação de uma economia rural independente, racional e sustentável.
Pelo seu impacto, os Fundos Rotativos surgem como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento da agricultura familiar, com possibilidade de serem reinvestidos em outras partes do país e fortalecerem as mudanças produtivas na agricultura peruana.















