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A Bielorrússia libertará 250 presos políticos após negociações entre Lukashenko e os Estados Unidos, disse Trump.

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O Presidente dos EUA, Donald Trump, expressou publicamente a sua gratidão ao Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, pela libertação de 250 presos políticos, o evento que Trump descreveu em detalhe ocorreu após negociações diretas entre Lukashenko e o enviado dos EUA John Coale durante a semana passada. Segundo relatos da mídia, esta ação faz parte de um esforço diplomático promovido por Washington e apresentado como um elemento-chave da proposta de paz desenvolvida pelos Estados Unidos.

De acordo com a informação publicada este domingo por Trump na rede social, a sua libertação responderá à conversa desenvolvida entre John Coale e o líder bielorrusso, embora as autoridades de Minsk ainda não tenham apresentado uma declaração oficial sobre a medida. Os meios de comunicação social informaram que esta medida, se confirmada, aumentaria o número de dissidentes emitidos pela Bielorrússia desde Maio passado para mais de 500, segundo cálculos do presidente dos EUA.

A mensagem de Trump destaca a natureza generosa da libertação e reitera o seu apreço por Lukashenko. O líder norte-americano acrescentou o desejo de se reunir com o presidente bielorrusso na próxima reunião do chamado Conselho de Paz, organização que visa discutir e facilitar as negociações para resolver o conflito na Faixa de Gaza. Segundo os meios de comunicação social, a Bielorrússia é um dos 27 estados fundadores desta organização, que é um dos pilares da proposta de paz proposta por Trump.

A comunicação social noticiou que, apesar da declaração da Casa Branca, fontes oficiais em Minsk ainda não comentaram a existência de uma libertação em massa de prisioneiros, o que inclui cautela sobre a verificação independente da situação. A falta de confirmação pública por parte das autoridades bielorrussas aumentou as esperanças no desenvolvimento deste gesto, que Washington descreveu como humanitário e importante a nível internacional.

O envio de John Coale como representante dos Estados Unidos respondeu, segundo os meios de comunicação, à tentativa de restaurar canais de comunicação entre Washington e Minsk sobre questões de direitos humanos e participação no processo de diálogo internacional. Os esforços diplomáticos da semana passada tiveram como objectivo prioritário alcançar progressos concretos em questões humanitárias, num contexto em que as organizações internacionais criticaram repetidamente a Bielorrússia pelo seu registo de pessoas detidas sob acusações políticas.

A declaração de Trump sublinha a importância destas negociações no contexto da estratégia dos EUA focada em alcançar progressos diplomáticos, tanto na Europa de Leste como em áreas afetadas por conflitos, como a Faixa de Gaza. A comunicação social afirmou que o Conselho de Paz proposto por Trump procura, entre outras coisas, a coordenação internacional entre os Estados para promover uma solução para a crise de longo prazo, incluindo a cooperação com países que mantêm relações difíceis com o Ocidente, como a Bielorrússia.

O anúncio da libertação dos prisioneiros ocorreu no meio de apelos da comunidade internacional para que o governo de Lukashenko reduzisse a detenção política e cumprisse os compromissos relativos aos direitos básicos. Os meios de comunicação social informaram que os Estados Unidos mantiveram contactos regulares com vários estados da Europa de Leste, discutindo a situação interna da liberdade política e o impacto das medidas de distensão na posição internacional da Bielorrússia.

Perante as notícias, ainda há incerteza sobre a confirmação oficial por parte de Minsk, porque o governo bielorrusso ainda não anunciou publicamente se irá levar esta medida humanitária ao nível e às condições esperados por Trump. Os meios de comunicação acrescentaram que este silêncio oficial aumenta as expectativas internacionais sobre se a libertação em massa acontecerá ou não e como poderá afectar futuras actividades diplomáticas entre os Estados Unidos e a Bielorrússia.

As palavras de Trump, publicadas na sua conta oficial nas redes sociais, não só agradecem a Lukashenko pelas medidas, mas também mostram a vontade de reforçar a cooperação em muitos domínios diferentes, especialmente no âmbito do Gabinete de Paz e dos seus esforços para combater conflitos globais. Os meios de comunicação social salientaram que a inclusão da Bielorrússia neste Gabinete representa para Washington uma oportunidade para promover reformas internas nos países europeus e para reforçar o diálogo internacional sobre a resolução pacífica de conflitos.

Finalmente, os meios de comunicação social destacaram a importância das negociações lideradas por John Coale como parte da política dos EUA para encorajar reformas democráticas e humanitárias através da diplomacia directa. O processo de libertação de presos políticos, se aprovado pelas autoridades bielorrussas, poderá tornar-se um exemplo importante na agenda internacional dos direitos humanos e nas negociações internacionais a nível europeu.



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