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Milhares de venezuelanos manifestaram a sua exigência de eleições presidenciais e da libertação de todos os presos políticos

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Apoiadores do político da oposição venezuelana Juan Pablo Guanipa participam de um comício exigindo eleições livres e a libertação de presos políticos em Maracaibo, Venezuela, 30 de maio de 2026 (REUTERS/Issac Urrutia)

O pedido eleição presidencial e a libertação de presos políticos movimentou no sábado na Venezuela mais de mil Maracaiboa capital do estado de Zulia e uma cidade fronteiriça com a Colômbia. A manifestação, liderada por vários líderes da oposição, marcou uma nova manifestação pública de rejeição ao atual governo chavista liderado pelo presidente em exercício. Delcy Rodriguez.

Uma das vozes mais marcantes foi a de Juan Pablo Guanipaque disse que o estado passou por muitas situações horríveis e que “agora está se levantando e levantando a voz” na busca pelas eleições presidenciais e “na realização da mudança política que o país deseja” depois que os Estados Unidos prenderam o ex-ditador. Nicolás Maduro.

A convocatória reuniu activistas de diferentes partidos, identificados pelas cores das suas organizações, que percorreram muitas ruas exigindo eleições livres. Ex-deputados como Freddy Superlano, Biagio Pilieri sim André Velásquezeste último também foi ex-governador do estado de Bolívar.

Adicionado o retorno de Lester Toledo para a Venezuela, onde permaneceu fora do país durante dez anos devido ao que chamou de “deportação forçada”. A presença de Toledo foi considerada um sinal da persistência da oposição ao regime liderado por Maduro.

Apoiadores do político da oposição venezuelana Juan Pablo Guanipa carregam uma bandeira venezuelana durante um comício onde Guanipa exigia eleições livres e a libertação de presos políticos em Maracaibo, Venezuela, 30 de maio de 2026 (REUTERS/Issac Urrutia)
Apoiadores do político da oposição venezuelana Juan Pablo Guanipa carregam uma bandeira venezuelana durante um comício onde Guanipa exigia eleições livres e a libertação de presos políticos em Maracaibo, Venezuela, 30 de maio de 2026 (REUTERS/Issac Urrutia)

Na marcha, os manifestantes usaram lenços na cabeça e cartazes que diziam “RIP a revolução“, em referência direta ao partido governante chavista

Guanipa perguntou a Delcy Rodríguez, dizendo que “ele é ilegal e não representa ninguém”, e disse: “Não há como resolver o problema se ele continuar morando onde não deveria”.

O processo de negociação proposto pela maioria da oposição esta semana Manifesto do Panamá Também ocupou o centro do discurso. Guanipa fez votos de que “os Estados Unidos intervenham”, considerando que a pressão internacional será importante para criar as condições necessárias à organização de eleições que, disse, garantiu, ao vencedor do Prémio Nobel da Paz e líder da oposição. Maria Corina Machado para ser candidato.

Nas palavras de Guanipa: “Estamos trabalhando para o retorno de María Corina o mais rápido possível e para que as eleições presidenciais sejam realizadas o mais rápido possível”.

Venezuelanos exigem eleições livres e libertação de presos políticos em Maracaibo em 30 de maio de 2026 (REUTERS/Issac Urrutia)
Venezuelanos exigem eleições livres e libertação de presos políticos em Maracaibo em 30 de maio de 2026 (REUTERS/Issac Urrutia)

A situação política na Venezuela atravessa um período de incerteza, uma vez que a mudança de presidente e os conflitos internos travam o acordo sobre a convocação de eleições. Os partidos da oposição acreditam que só uma transição negociada, com apoio internacional, pode evitar a crise institucional.

O ex-governador André Velásquez diretamente: Sem Machado, “não há transição na Venezuela”. Além disso, manifestou confiança de que os Estados Unidos serão “garantidores do que foi acordado” nas negociações. No sábado, o acontecimento em Maracaibo deixou claro que as exigências da oposição por eleições livres e garantias democráticas continuam no centro do debate nacional.

Por outro lado, os manifestantes exibiram cartazes de apoio aos presos políticos que ainda estão presos em território venezuelano e não foram anistiados pela lei promulgada pelo governo chavista em fevereiro.

(com informações da EFE)



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