O pedido eleição presidencial e a libertação de presos políticos movimentou no sábado na Venezuela mais de mil Maracaiboa capital do estado de Zulia e uma cidade fronteiriça com a Colômbia. A manifestação, liderada por vários líderes da oposição, marcou uma nova manifestação pública de rejeição ao atual governo chavista liderado pelo presidente em exercício. Delcy Rodriguez.
Uma das vozes mais marcantes foi a de Juan Pablo Guanipaque disse que o estado passou por muitas situações horríveis e que “agora está se levantando e levantando a voz” na busca pelas eleições presidenciais e “na realização da mudança política que o país deseja” depois que os Estados Unidos prenderam o ex-ditador. Nicolás Maduro.
A convocatória reuniu activistas de diferentes partidos, identificados pelas cores das suas organizações, que percorreram muitas ruas exigindo eleições livres. Ex-deputados como Freddy Superlano, Biagio Pilieri sim André Velásquezeste último também foi ex-governador do estado de Bolívar.
Adicionado o retorno de Lester Toledo para a Venezuela, onde permaneceu fora do país durante dez anos devido ao que chamou de “deportação forçada”. A presença de Toledo foi considerada um sinal da persistência da oposição ao regime liderado por Maduro.
Na marcha, os manifestantes usaram lenços na cabeça e cartazes que diziam “RIP a revolução“, em referência direta ao partido governante chavista
Guanipa perguntou a Delcy Rodríguez, dizendo que “ele é ilegal e não representa ninguém”, e disse: “Não há como resolver o problema se ele continuar morando onde não deveria”.
O processo de negociação proposto pela maioria da oposição esta semana Manifesto do Panamá Também ocupou o centro do discurso. Guanipa fez votos de que “os Estados Unidos intervenham”, considerando que a pressão internacional será importante para criar as condições necessárias à organização de eleições que, disse, garantiu, ao vencedor do Prémio Nobel da Paz e líder da oposição. Maria Corina Machado para ser candidato.
Nas palavras de Guanipa: “Estamos trabalhando para o retorno de María Corina o mais rápido possível e para que as eleições presidenciais sejam realizadas o mais rápido possível”.
A situação política na Venezuela atravessa um período de incerteza, uma vez que a mudança de presidente e os conflitos internos travam o acordo sobre a convocação de eleições. Os partidos da oposição acreditam que só uma transição negociada, com apoio internacional, pode evitar a crise institucional.
O ex-governador André Velásquez diretamente: Sem Machado, “não há transição na Venezuela”. Além disso, manifestou confiança de que os Estados Unidos serão “garantidores do que foi acordado” nas negociações. No sábado, o acontecimento em Maracaibo deixou claro que as exigências da oposição por eleições livres e garantias democráticas continuam no centro do debate nacional.
Por outro lado, os manifestantes exibiram cartazes de apoio aos presos políticos que ainda estão presos em território venezuelano e não foram anistiados pela lei promulgada pelo governo chavista em fevereiro.
(com informações da EFE)















