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Uma das redes de tráfico de haxixe mais ativas no Mediterrâneo foi detida em Melilha

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Melilla, 2 de junho (EFE).- A Polícia Nacional, o Serviço de Alfândega e a Guarda Nacional de Melilha desmantelaram uma das redes de tráfico de marisco mais ativas do Mediterrâneo, que utilizava veículos com moeda dupla para transportar drogas para a península, numa operação com 14 presos que tinham múltiplos antecedentes criminais.

Conforme relatado pela polícia em nota, na operação denominada ‘Orange/Sarcina’ foram realizadas sete buscas em diferentes casas em Melilla, que resultaram na intervenção de quatro carros com dois fundos, vários dispositivos móveis, documentos de interesse para a investigação e um frequente jammer que utilizaram para dificultar o trabalho da equipa de investigação.

Esta organização criminosa tinha sede em Melilla e era bem organizada e geográfica, dedicando-se ao envio de grandes quantidades de haxixe para a península para posterior distribuição em diferentes partes de Espanha e da Europa.

O seu modus operandi consistia em trazer grandes quantidades de haxixe de Marrocos para Melilla em veículos de dois andares e, uma vez na cidade, eram transferidas para diferentes edifícios utilizados como “fixos” para armazenamento e posterior distribuição.

A investigação começou em março de 2025, quando a Polícia Nacional descobriu a existência de uma organização criminosa, e conseguiu identificar todos os seus membros.

No dia 16 de outubro, o Departamento de Alfândegas e a Guarda Nacional tomaram conhecimento da existência de artigos escondidos em caixas trituradas para processamento com destino à península, pelo que foi montado um dispositivo de controlo que acabou na província de Granada com a entrada de cerca de 3.000 quilos de haxixe e a detenção de duas pessoas.

A investigação levada a cabo pela Unidade de Criminalidade e Estupefacientes (Udyco) da Polícia Nacional, pela Unidade de Controlo Aduaneiro de Melilha do Departamento Fiscal e pela unidade orgânica da Polícia Judiciária de Melilha conduziu à ligação deste elemento à organização criminosa anteriormente investigada.

Por este motivo, foi constituída uma equipa de investigação que culminou na destruição total da rede com a detenção de 14 pessoas de nacionalidade espanhola alegadamente responsáveis ​​por crimes e crimes contra a saúde pública.

Paralelamente, a investigação de bens em conjunto pelo Departamento de Crimes Económicos e Financeiros (UDEF) da Polícia Nacional, o controlo aduaneiro do departamento fiscal e a unidade patrimonial da Guarda Nacional. EFE

(Foto) (Vídeo)



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