A Conferência Episcopal Peruana informou no sábado que estava ciente da denúncia de abuso sexual apresentada ao Vaticano contra padres da mídia. Omar Sanches, na diocese de Lurín, e anunciou que ativou o protocolo estabelecido pelo Papa Francisco.
Através de um anúncio oficial o presidente da Conferência e bispo de Lurín Carlos Garcia Camaderteria agido “em estrita observância da presente norma canônica” e do Motu proprio Vos estis lux mundi, após tomar conhecimento da denúncia “por meio de edital”.
Pelo contrário, afirmou que “executou as medidas pertinentes, com diligência e celeridade, para assegurar o procedimento, a proteção dos direitos das partes e o esclarecimento da situação nos termos da lei”.
“Portanto, o bispo reitera a sua solidariedade e o seu compromisso de agir fielmente com as medidas eclesiásticas aplicáveis, garantindo os cuidados que este caso exige”, acrescenta o comunicado.
ele Seu movimento é a luz do mundoemitido por Francisco, descreve o sistema que rege a recepção, investigação e tratamento de denúncias sobre abuso sexual e sua ocultação dentro da Igreja Católica.

O texto, que entrou em vigor em março de 2023 após consulta aos bispos e dicastérios da Cúria Romanaexige canais acessíveis para apresentação de reclamações, implementação de protocolos para proteger as vítimas e investigações obrigatórias de todas as alegações.
A principal inovação incluída na última versão da lei, que cancelou a anterior em 2019 e confirmou a vontade de continuar a luta contra estes crimes, reside nas “disposições sobre o papel dos bispos, superiores religiosos e líderes religiosos responsáveis pela liderança da Igreja ou de uma prelazia particular”, analisou. Novo Vaticano.















