Madrid, 17 abr (EFE).- O líder do Vox, Santiago Abascal, mostrou-se esta sexta-feira “esperançoso” nas negociações com o PP em Aragão para formar um governo após as eleições de fevereiro e disse que “na verdade” acredita que as duas forças chegarão a um “acordo justo” em todas as áreas, porque “cederam”.
Em declarações aos meios de comunicação, após o encontro com a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, elogiou o acordo alcançado pelo seu estabelecimento com a Executiva Regional María Guardiola (PP).
“O Partido Popular cedeu e nós cedemos”, disse Abascal, que explicou que, no caso da Extremadura, foi alcançado um acordo “satisfatório”, em parte porque o seu partido teve de “dar mais” porque tinha “pouco poder” na Assembleia.
Ele retirou o Departamento de Desregulamentação bipartidário do “conceito de motosserra” do presidente da Argentina, Javier Milei, e destacou que se trata de agricultores e pecuaristas que não precisam deixar os campos para se tornarem “burocratas” por causa da “perseguição cruel por parte da administração”.
Abascal apontou o acordo na Extremadura como ponto de partida para indicar que espera “poder dizer o mesmo” sobre o futuro acordo em Aragão.
Sobre Castela e Leão, o líder do Vox manifestou que como o seu partido tem “menos poder” nas Cortes, pedirá “menos”, mas “não tomará decisões” e não se tornará um “perseguidor”, porque disse que o ERC, Junts ou Eh-Bildu fazem parte da política nacional. EFE
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