A campanha de Abelardo de la Espriella foi marcada pela polêmica sobre as alegações de que o Tesouro Nacional havia sido privatizado, depois que o candidato presidencial rejeitou categoricamente a versão divulgada pelo senador Ariel Ávila e o acusou de mentir.
A polêmica aumentou quando Ávila garantiu que, num possível governo de advogados, este departamento seria incluído na lista das 136 empresas a serem privatizadas.
De la Espriella respondeu em sua rede com uma negação direta e o tom do confronto político. “Ariel Ávila está mentindo, como sempre. É falsa a campanha de Abelardo de que tem lista de empresas privadas e de que o Tesouro Nacional está sendo privatizado.”escreveu o candidato à Câmara de Nariño.
O que importa não é a existência ou não desta lista, mas o potencial impacto social da venda do Fundo. Em seu vídeo, Ávila confirmou que a empresa possui quase 11 bilhões de dólares em ativos e defendeu seu papel no acesso ao crédito para famílias de baixa e média renda.
Ávila afirmou ainda que o Fundo pode financiar até 100% das casas VIS ou VIP, ao contrário dos bancos privados, que, segundo ele, exigem um pagamento inicial entre 20% e 30%. É por esta razão que ele finalmente propôs a propriedade como medida para equalizar as condições de todos os bancos comerciais.















