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Empresas na Colômbia: estas são as situações que podem levar à intervenção das SuperSociedades

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Controle Empresarial – Controle Empresarial

Embora muitas empresas na Colômbia associem a intervenção da Superintendência de Empresas a processos de falência ou crises financeiras extremas, a situação é diferente. A agência tem autoridade legal para monitorar empresas em diversos níveis, mesmo quando não há irregularidades comprovadas ou casos de impunidade.

As SuperSociedades podem realizar atividades de auditoria, controlo e monitorização de empresas do país, dependendo dos requisitos legais, financeiros e administrativos que encontrem durante o seu processo de auditoria.

Foi fornecida uma explicação do âmbito destas disposições Jornal da semana por Daniel Pardo, perito da Scola Abogados, que explicou as circunstâncias em que uma empresa pode ser fiscalizada pelas autoridades empresariais.

A Superintendência de Empresas informou sobre o processo de reforma do WOM na Colômbia - Superintendência de Crédito de Empresas
A Superintendência de Empresas – Superintendência de Crédito de Empresas

Segundo especialistas, muitas organizações não sabem que a Superintendência tem competência para tomar ações preventivas, solicitar informações ou abrir auditoria especial mesmo a partir de denúncia de terceiro.

O controle é o poder mais fundamental de um Gerente de Negócios. Através deste sistema, as empresas podem solicitar informações jurídicas, contabilísticas, financeiras, económicas ou administrativas a qualquer empresa, independentemente da sua dimensão ou atividade económica.

Esta abordagem não significa necessariamente que exista uma sanção ou um incumprimento comprovado, mas pode ser um sinal de alerta de uma possível discrepância que conduza a medidas mais rigorosas.

Daniel Pardo explicou que as SuperSociedades podem iniciar estas ações por iniciativa pessoal ou após receberem reclamações apresentadas por sócios, funcionários, credores, órgãos públicos ou terceiros que se demonstrem interesses legítimos.

“O mais importante é que esta autoridade não exija que haja irregularidades comprovadas”, disse o advogado ouvido pela Semana.

As inspeções permitem às empresas recolher informações e avaliar se existem elementos que justifiquem a mudança para um sistema de monitorização ou controlo mais rigoroso.

O controle representa o segundo nível de intervenção. Nesse caso, a Superintendência realiza auditorias permanentes para verificar se a empresa cumpre a lei e seus estatutos internos.

A notícia que esta empresa solicitou à Superintendência de Empresas afetou o setor – crédito Supersociedades
Acompanhamento de empresas – Crédito Superempresas

Este valor aplica-se principalmente a empresas privadas com gestão especial como Finanças, Saúde ou Economia Solidária.

Um dos principais critérios para uma empresa sob supervisão é a dimensão dos seus ativos ou rendimentos, medidos abaixo do limite determinado pela regulamentação UVT em vigor.

Mas essa não é a única razão. As empresas também podem ser alvo de escrutínio quando descobrem irregularidades graves relacionadas com a gestão administrativa, financeira ou empresarial.

As condições que podem causar esta condição incluem:

  • Contas que não refletem a realidade financeira.
  • Abuso de colegas de trabalho minoritários.
  • Atividades desenvolvidas fora dos objetivos da empresa.
  • A existência de grupos empresariais sem registo oficial.

As empresas supervisionadas devem cumprir obrigações adicionais perante o Administrador, incluindo a apresentação de demonstrações financeiras certificadas, o pagamento de contribuições societárias e o pedido de autorização para reestruturação de determinadas empresas.

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Superintendência de Crédito de Empresas/Facebook

Na prática, isso significa conviver com monitoramento constante e maiores exigências administrativas por parte das autoridades fiscalizadoras.

O controle é o poder mais forte do Gestor da Empresa e muitas vezes é exercido quando a empresa acredita que está enfrentando uma situação difícil.

Ao contrário da vigilância, esta disposição não depende apenas dos motivos claramente definidos na lei. A SuperSociedades tem o poder de estabelecer auditorias quando detecta problemas legais, financeiros, administrativos ou comerciais significativos.

Entre as condições que muitas vezes levam a este tipo de intervenção estão:

  • Não seguir repetidamente as ordens emitidas pelo Administrador.
  • Conflito feroz entre sócios ou gerentes.
  • Perda financeira significativa.
  • Questões de gestão empresarial.

A intervenção subordinada pode traduzir-se em restrições mais rigorosas à gestão da empresa e no controlo direto sobre as decisões da empresa.

A Superintendência de Empresas também reforçou o seu sistema de controlo comercial nos últimos anos, especialmente em situações relacionadas com insolvência, protecção de credores e cumprimento de obrigações societárias.

De acordo com números específicos, mais de mil organizações candidataram-se a processos de insolvência comercial no ano passado, reflectindo as dificuldades financeiras que muitos sectores económicos do país ainda enfrentam.

Especialistas em direito societário apontam que muitas empresas não agem até que haja uma ação oficial das SuperSociedades, apesar de muitas vezes os primeiros sinais aparecerem mais cedo, através de pedidos de informações ou visitas administrativas.

Por este motivo, os especialistas recomendam a atualização das contas, o cumprimento das obrigações da empresa e o reforço do sistema de gestão da empresa para evitar um processo de auditoria mais rigoroso.



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