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Os três recordes que apoiam a Espanha e a cor que favorece a Argentina contra a Inglaterra

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Editor de Esportes, 15 de julho (EFE).- Com a Espanha já na final da Copa do Mundo de 2026 e com Inglaterra e Argentina em disputa, três recordes emocionam os torcedores de La Roja na decisão do título, no dia 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

O futebol tem a ver com golos e também com estatísticas, que mesmo que sejam para serem cortadas, pelo menos estes três podem ‘jogar’ a favor da Espanha na final do Mundial, claro que a equipa do seleccionador Luis de la Fuente terá que confirmar o que foi feito à França nas meias-finais.

Estes três factos, que alguns chamam de ‘maldição’, têm sido inegáveis ​​nas 23 edições do torneio até agora.

Nunca na história da Copa do Mundo, realizada desde a década de 1930, o atual time da Bola de Ouro foi coroado campeão.

Aliás, o vencedor deste prémio é o francês Ousmane Dembelé, que perdeu com a Espanha, que o venceu por 0-2, na terça-feira, nas meias-finais, em Dallas.

Nenhuma equipe comandada por um técnico estrangeiro jamais ergueu o troféu. Dos três atualmente em ação, a Inglaterra é a única com o alemão Thomas Tuchel no banco, que busca quebrar essa seqüência e liderar os Três Leões a partir de janeiro de 2025.

Mais um motivo para os torcedores espanhóis aguentarem esta tão esperada segunda Copa do Mundo.

E a última das três provas estatísticas a favor de La Roja afeta diretamente a Argentina, adversária inglesa nesta quarta-feira.

Nenhum time entrou em jogos da Copa do Mundo como líder do ranking da Copa do Mundo da FIFA. A Albiceleste de Lionel Messi começou o torneio de 2026 em primeiro lugar.

Quando a Argentina venceu a Copa do Mundo de 2022, no Catar, ficou em segundo lugar na classificação e completou o título, o terceiro na bagagem.

No entanto, nem tudo é mau para a Argentina, já que outra conspiração poderá beneficiar dos liderados por Lionel Scaloni na meia-final de hoje contra a Inglaterra. A cor azul de suas roupas se alterna.

Durante a Copa do Mundo, as duas seleções se enfrentaram cinco vezes, com três vitórias dos europeus, uma vitória dos sul-americanos e um empate.

Nas duas partidas em que a Albiceleste vestiu o primeiro uniforme, branco e azul claro, a Inglaterra venceu (Inglaterra 1966 e Coreia-Japão 2002).

Durante o inverno austral, a Argentina jogou no Chile’62 com a camisa azul marinho e perdeu por 3 a 1 na fase de grupos, sendo a primeira vez que usou oficialmente a camisa alternativa no torneio, pois na Suécia’58, por não ter outra camisa, teve que jogar com a camisa amarela emprestada do clube local IFK Malmö.

O primeiro casaco azul não trouxe riqueza naquela época.

Apesar desse começo ruim, a camisa azul se tornaria um amuleto histórico anos depois contra a Inglaterra.

Nas duas ocasiões em que a Argentina foi obrigada a vestir a camisola azul, esteve invicta: nos quartos-de-final do México ’86 venceu por 2-1 graças aos famosos golos de Diego Maradona (‘A Mão de Deus’ e ‘O Golo do Século’); e nas oitavas de final da França’98, empatou em 2 a 2 e avançou para as quartas de final após vencer nos pênaltis.

Não se sabe muito se esses recordes serão mantidos ou se conseguirão quebrar o que muitos consideram ruim na Copa do Mundo.

Por Claudia Aguilar Ramírez



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