O voto da oposição neste domingo determinou a eleição da mesa diretora do Senado e permitiu Michael Torresrepresentante da Fuerza Popular, assumiu a presidência após uma reunião que terminou com 30 votos para o partido no poder, 29 para a oposição e votos falsos.
As eleições foram realizadas duas vezes. A princípio, um senador da coalizão de oposição trabalho, Juntos pelo Peru (JP), Este país e o Partido do Bom Governo Ele marcou as duas listas na mesma votação, e seu voto foi anulado. Como nenhum dos candidatos obteve a maioria necessária, a eleição teve que ser repetida.
Porém, na segunda votação, aconteceu novamente a mesma coisa: outra votação do mesmo grupo foi inválida porque ambas as listas foram marcadas, o que acabou dando a vantagem final à lista liderada por Torresjuntamente com Uma atualização popular.
A única legisladora que não manifestou publicamente o seu voto, como admitiu o partido da oposição, foi Silvana Robles, ex-membro do Perú Libre e atualmente membro do Juntos pelo Peru. Porém, por meio de sua conta X, ele explicou que escolheu a lista 2, que concorria com a liderança de Torres.
“Por especulação, na segunda eleição não compareci ao voto por simples inadequação. Minha decisão foi clara. Quem conhece minhas convicções sabe que eu jamais teria votado no fujimorismo para liderar o Conselho de Administração no Senado”, afirmou.
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