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Sánchez garantiu que ofereceu um encontro a María Corina Machado, mas ela o rejeitou: “A porta está aberta para a oposição venezuelana”

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O Presidente do Governo, Pedro Sánchez, apresenta María Corina Machado para um encontro em La Moncloa. (Imprensa Europa)

O Presidente do Governo, Pedro Sánchezfoi apresentado na sexta-feira Líder da oposição venezuelana e ganhou o Prêmio Nobel da Paz, Maria Corina Machadoa capacidade de manter um REUNIÃO DE no Palácio da Moncloa, como disse no seu encontro com o presidente do Brasil, Lula da Silva, no âmbito da conferência bilateral realizada em Barcelona.

Sánchez explicou que, se esta reunião isso não aconteceu até agora, porque “não tivemos oportunidade porque ele considerou isso estava errado”, conforme coletado O mundo. Neste sentido, acrescentou que “terá todo o prazer em conhecer a senhora Machado quando tiver a oportunidade e o prazer de me conhecer”, como disse. EFE.

A este respeito, o chefe do executivo afirmou que “o porta de La Moncloa abrir para membros da oposição venezuelana”, citando como tal as reuniões mantidas com Edmundo González e Leopoldo López. Também confirmou que muitos oponentes para o regime chavista na Espanha “por causa da política da humanidade EXPERIÊNCIA”do país.

Da mesma forma, Sánchez defendeu que o futuro da Venezuela os próprios venezuelanos decidem “dentro de poucos ELEIÇÃO Não há intervenção estrangeira.” Estas declarações foram feitas durante a primeira cimeira entre Espanha e Brasil, onde os dois países assinaram quinze. acordo a cooperação.

No evento conjunto, o presidente do Brasil, Lula da Silvaapoiou a mensagem de Pedro Sánchez de “não guerra” em relação ao conflito no Médio Oriente. Lula colocou sua intervenção no cenário internacional que descreveu como marcada tensão do novo mundolembrando que a Espanha foi “o laboratório da Segunda Guerra Mundial, o pior genocídio da história”.

Da mesma forma, alertou que hoje “áreas diferentes o mundo está em guerra novamente”, com uma nova corrida armamentista, civis mortos e o papel de TECNOLOGIA e a inteligência artificial minando a ética. Neste contexto, declarou compreender a posição do presidente espanhol: “É por isso que compreendo bem quando dizem não à guerra”.

O presidente brasileiro também confirmou isso Brasil e Espanha têm a mesma posição internacional e colocaram os dois países “na mesma trincheira”, defendeu que é possível pesquisar solução na guerra mundial sem usar retórica ou pontos de vista extremos.

O Presidente do Brasil, Lula da Silva, com o Primeiro Ministro, Pedro Sánchez. (REUTERS)
O Presidente do Brasil, Lula da Silva, com o Primeiro Ministro, Pedro Sánchez. (REUTERS)

Sánchez, por outro lado, defendeu que os dois governos “têm a mesma visão do mundo” baseada no direito internacional, no direitos humanos e paz. Insistiu no fortalecimento do multilateralismo como ferramenta para enfrentar os desafios globais e comparou esta abordagem com o que descreveu como “olá reacionário”marcado pelo avanço da desinformação.

Nesse sentido, enfatizou: “Nosso governo quer esforço duplo trabalhar pela paz e multilateralismo confirmado”, concluindo que “se outros abrem feridas, gostamos cure-os“.

Alberto Núñez Feijóo com María Corina Machado após encontro na sede do PP. (Imprensa Europa)
Alberto Núñez Feijóo com María Corina Machado após encontro na sede do PP. (Imprensa Europa)

O anúncio do Presidente do Governo ocorreu no dia em que María Corina Machado foi recebida no sede nacional o Partido Popular seu presidente, Alberto Núñez Feijóo.

Como afirmado nesta ação, Feijó mostraram os seus AJUDA ao líder da oposição venezuelana e exigiu que lhe fosse permitido regressar ao país VENEZUELAbem como realizar eleições livres no país. O presidente do PP garantiu que estará sempre ao lado do partido DEMOCRACIA na Venezuela e defendeu que Machado vencesse as eleições em seu país.



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