Cientista argentino conseguiu restaurar a produção de neurônios e aumentar a plasticidade do cérebro um rato velho através da técnica de estimulação gama audiovisual sincronizada.
O procedimento, baseado em luz e som todos os dias a 40 Hz, tem baixo custo e simplicidade, segundo estudo publicado na revista. Psiquiatria Molecular.
A equipe de CONICET e o Fundação Instituto Leloir mostraram que a estimulação gama causa um neurogênese grande no hipocampouma área importante para a memória e formação de memória, especialmente envelhecimento e Alzheimer. Em contraste, os animais de controlo formaram poucos neurónios novos e estes ainda eram imaturos.
Os resultados mostram que, além de aumentar o número de neurônios, as células resultantes atingem a maturidade e se tornam mais complexas. Mariela Trinchero e Magalí Herreroautor principal do artigo lá Psiquiatria Molecularexplicou que esses neurônios foram formados dendritos e axônios mais complexoscombinou conexões sinápticas mais eficientes e incorporou-as adequadamente nos circuitos neurais existentes.

O mecanismo observado está relacionado à ativação do receptor TrkBbase para a plasticidade neuronal. A publicação observou que a intervenção resultou na proliferação de células progenitoras e favoreceu a diferenciação de mais células em neurônios em vez de glia.
Trinchero apontou para a agência CyTA-Leloir o que Estes efeitos dependem de sinais que promovem o crescimento neuronal, particularmente a ativação do TrkB.
Um aspecto importante do estudo é determinar se o efeito positivo vem da combinação de luz e som, ou se cada estímulo, separadamente, produz o mesmo efeito.
Trinchero observou que cada aplicação resultou em um benefício parcial. O A estimulação gama audiovisual sincronizada suscitou a cooperação necessária para melhorar a estrutura e a função neuronal, como enfatizaram os pesquisadores.

Internacionalmente, esta abordagem tem sido usada experimentalmente nos Estados Unidos há cinco anos.segundo a agência CyTA-Leloir.
No entanto, a técnica permanece em fase experimental e sua segurança e potencial para aplicações em larga escala em humanos ainda estão sendo avaliados. O progresso da Argentina fornece evidências básicas para desenvolver tratamentos acessíveis e não invasivos no futuro.
Alejandro Schinderdiretor do laboratório de Plasticidade Neuronal, destaque no Psiquiatria Molecular mas essas descobertas nos permitem vincular o conhecimento básico aos ensaios clínicos em andamento e Eles abrem novas oportunidades para pesquisa na América Latina.
Schinder enfatizou a importância de um sistema científico forte para apoiar o progresso que afecta a saúde e a qualidade de vida.
Esses resultados abrem a possibilidade de desenho terapêutico que explora a plasticidade cerebral para mitigar o declínio cognitivo, especialmente em áreas sem acesso à medicina convencional. A promoção da ciência local e sustentável é fundamental para manter e expandir estes avanços na neurociência.
O futuro deste setor dependerá disso desvendando os mecanismos que controlam a plasticidade neuronal e traduzir esse conhecimento em estratégias seguras que promovam o envelhecimento saudável do cérebro e previnam doenças neurodegenerativas.















