O ex-líder do PSOE, Mariano Moreno, testemunhou quarta-feira no julgamento do caso Koldo e defendeu o contrato que o seu partido paga aos seus membros. Foi franco ao explicar que nem José Luis Ábalos nem o seu antigo conselheiro, Koldo García, poderiam ter recebido qualquer dinheiro injusto do PSOE. “Todas as aldeias trouxeram os seus recibos e foram todos contados”, disse ele.
A testemunha, que esteve neste cargo entre 2019 e 2021, informou que existe uma “regra de reembolso”, que equivale a pagamentos “em numerário ou transferência”, ao que acrescentou que “99,4% foram feitos em transferência e o restante em numerário”.
Desta forma, “apenas foram compensados os custos certificados de carácter específico”. Podem ser, conforme explicado, “despesas de viagem, despesas de representação e despesas de eventos”. Explicou que no geral foram “despesas com alimentação, algumas com alojamento, outras com transporte e às vezes encontrei gasolina”.
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